Opinião: Ganhar o Partido, Mobilizar o País

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Olinda Rio

É nos períodos em que temos mais dúvidas do que certezas que devemos apelar à mobilização de um Partido como o PPD/PSD, que tem um papel incontornável na construção do nosso futuro coletivo enquanto País. É necessário que o Partido diga, de forma clara e inequívoca, o que quer para o País.
O que pensa, quais os princípios programáticos, sobre: o papel de Portugal na União Europeia e num mundo globalizado; Segurança e Migrações; Demografia e Natalidade; Serviço Nacional de Saúde; Segurança Social; Terceiro Setor; Sistema Fiscal; Educação e Investigação Cientifica; Crescimento e Emprego; Captação de Investimento; Descentralização e Coesão Territorial; o Hiper-Cluster do Mar; Ambiente e Sustentabilidade; Igualdade e Não-Discriminação. Em síntese, um Partido moderno e conhecedor da realidade, virado para o futuro e aberto à sociedade, que consagre uma mensagem fiel à sua matriz social-democrata, onde todas e todos os militantes se sintam integrados e representados.
Reanimar o Partido nos seus princípios e reformar o seu funcionamento deverão ser as prioridades daquele que será o seu futuro Presidente. Na concretização destes objetivos o nome de Pedro Santana Lopes surge, a meu ver, como a escolha natural para todas e todos os que anseiam o reposicionamento do Partido e a sua máxima expressão na sociedade portuguesa.
Não existe ninguém, atualmente, com mais consciência e conhecimento dos princípios da genuína social-democracia, do primado da ação social com rosto humano, da empatia sem calculismo e da política sem demagogia, como Pedro Santana Lopes, que representa, da melhor maneira, os alicerces do nosso PPD/PSD – Paz, Pão, Povo e Liberdade – consagrados por Sá Carneiro, com quem trabalhou diretamente, sendo a pessoa que mais contribui, hoje e desde sempre, para a preservação da sua memória, pensamento e ideais.
Uma pessoa séria, com obra feita em todas as dimensões da sociedade – cívica, política, cultural, autárquica, social, desportiva – que “tem mundo e sabe o que é o mundo”, que tem capacidade para fazer acontecer, dinâmico e empreendedor. Atualmente, na Misericórdia de Lisboa, lidera uma equipa responsável por um dos maiores movimentos de ação cultural e preservação do património (material e imaterial) alguma vez realizados em Portugal, um verdadeiro caso de estudo, apresentado e discutido em fóruns europeus, contribuindo para dar uma nova visibilidade à Cultura e ao Património do nosso País, como preconizado na proposta da Comissão Europeia aprovada pelo Parlamento Europeu que estabelece 2018 como o Ano Europeu do Património Cultural (AEPC 2018 ).
É o único ex-governante que efetuou uma real descentralização – nomeadamente transferiu uma Secretaria de Estado para Coimbra, à data – e que melhor promoveu a valorização do interior, com a concretização de novos equipamentos e novas realidades, que potenciaram novos horizontes.
Uma pessoa que, tal como o Presidente da República, cria empatia pela proximidade, pela valorização dos afetos, pela “elegância de caráter” com que lida com situações que lhe são menos favoráveis. Muitos criticam a forma como, por vezes, apresenta argumentos e defende propostas, mas é justo reconhecer que, no que respeita ao conteúdo, as mesmas são válidas e bem concebidas.
É atento aos jovens e à descentralização dos equipamentos e programações culturais – não esqueço as suas preocupações com a Educação e Desporto, na Figueira, “uma cidade na moda” durante o seu mandato; ou a atenção que dedicou à Música, Dança, Teatro, Artes Plásticas, Audio-Visual , Etnografia e até ao Circo, quando tutelava a área da Cultura.
É, pois, por saber e sentir que Pedro Santana Lopes é portador de todos estes princípios e valores que apoio a sua eventual candidatura à Presidência do PPD/PSD, em prol de um Partido revigorado e inspirado e de um Portugal com alma e sentido de missão.

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