Furtavam, ameaçavam e agrediam funcionárias na Figueira da Foz

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FOTO DB/LUÍS CARREGÃ

Algumas testemunhas ouvidas ontem de manhã no tribunal conimbricense confirmaram que as principais arguidas do processo “Gang das ciganas loiras” furtaram diversos produtos nas lojas onde trabalhavam e que, em certas alturas, chegaram mesmo a ameaçar e agredir quem as impedisse de praticar estes crimes.

Uma delas afirmou mesmo que, quando presenciou uma tentativa de furto numas das lojas da zona central da Figueira da Foz, a avisou da gravidade do ato, tendo uma das arguidas “respondido” com três bofetadas. “Fiquei com a marca da mão dela na face”, afirmou.

Quanto a este gesto, a testemunha acabou por não conseguir explicar as razões que a levaram a não apresentar queixa de agressões físicas. Outra das testemunhas confirmou que uma das principais arguidas a ameaçou, bem como à filha, no seu local de trabalho, o que levou a que tivesse admitido ter tido “medo” do que as mulheres pudessem fazer nos dias seguintes.

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