Casas de aldeias em Pampilhosa da Serra e Arganil evacuadas por precaução

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Foto Horácio Antunes

O incêndio florestal que continua a lavrar com intensidade nos concelhos de Pampilhosa da Serra e Arganil obrigou à evacuação parcial de seis aldeias naquela zona do interior do distrito de Coimbra.

A deslocalização dos habitantes, sobretudo daqueles que residem em casas mais isoladas, foi adotada essencialmente por precaução, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

Torrozela, Salgueiro, Caratão, Monte Redondo, Adela e Aguadalte são as povoações abrangidas pela medida, de acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

As chamas, que deflagraram pelas 23:20 de sexta-feira continuam a arder com intensidade, disse à agência Lusa o comandante Miguel Oliveira, da ANPC, adiantando que a situação “não está fácil”.

A floresta é muito densa e a matéria combustível arde com muita facilidade porque está cada vez mais seca, explicou o responsável, salientando que o país está sob condições meteorológicas atípicas para esta altura do ano, que, além disso, tem tido um prolongado período de seca.

O fogo, que teve início em povoamento florestal próximo de Castanheiro, localidade da freguesia de Fajão e Vidual, no município de Pampilhosa da Serra, estava, pelas 10:15 de hoje, a ser combatido por 570 operacionais, apoiados por cerca de 170 veículos e três meios aéreos, dois dos quais pesados.

As estradas nacionais 344, 508 e 544 mantém-se interditas ao trânsito, naquela região, de acordo com a mesma fonte.

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