Arnaut defende enfermeiros e prepara revisão das carreiras

38 anos do SNS/ Luís Carregã

Aos 81 anos, e depois de um período de doença que o obrigou a estar dois meses internado no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC), António Arnaut celebrou ontem o 38º aniversário do Serviço Nacional de Saúde (SNS), e deixou uma mensagem de esperança.

Arnaut revelou que está, há um ano, a trabalhar “numa nova Lei para o SNS que tem como pedra basilar as carreiras profissionais”. Para o pai do SNS, “os profissionais têm de ter estabilidade, formação permanente, espírito de equipa” e “uma remuneração condigna para com a sua responsabilidade profissional e social”. O advogado disse que está a desenvolver a proposta, a apresentar ao Parlamento, com um médico, cujo nome não revelou.

“Acreditem que o futuro para o Serviço Nacional de Saúde é melhor do que o presente e do que o passado. O Governo está sensibilizado, já conhece o essencial das minhas sugestões e está de acordo com isso”, garantiu.
“Eu hoje estou vivo graças ao SNS”, disse Arnaut, falando na “experiência difícil” que o obrigou a estar dois meses internado. “Contatei de corpo e alma com o SNS”, afirmou, revelando que detetou “muitas insuficiências”. O que mais o sensibilizou foi a “dedicação dos profissionais da saúde, sobretudo dos enfermeiros”.

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