Robôs que ajudam a cuidar dos idosos chegam à fase final de testes

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Liderado pela Universidade de Coimbra, o projeto GrowMeUp está a desenvolver um robô que pretende vir a ter autonomia e inteligência suficientes para ajudar a cuidar dos idosos no seu dia-a-dia. Os oito robôs, desenvolvidos pelo Instituto de Sistemas e Robótica da Universidade de Coimbra, vão agora entrar na fase final de testes, em Portugal e na Holanda. Os investigadores acreditam que nos próximos quatro a seis anos estejam já a ser utilizados os protótipos e que dentro de sete a dez anos os robôs serão usados, de forma massificada, em nossas casas.
“Perante a acentuada alteração demográfica, estamos a tentar oferecer uma solução, desenvolvendo um robô que seja um companheiro dos idosos e ajude a cuidar deles”, acentua Jorge Dias, professor e investigador no Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Universidade de Coimbra.
O robô pode, por exemplo, pôr o idoso, acamado, em comunicação com os seus familiares, ir buscar os óculos esquecidos ou lembrar a toma da medicação. Pode também, em caso de queda ou de doença súbita, dar o alarme para que os cuidadores mais próximos se desloquem a casa do idoso.
Para executar as suas tarefas, o robô tem acesso a uma cloud (nuvem), onde vai buscar a informação dada pelos familiares, de modo a ajudar os idosos.

(Ver notícia completa na edição impressa de hoje)

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