Amamentação em grupo para sensibilizar as mães

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Várias mães juntaram-se ontem, no Parque Verde do Mondego, para amamentar, em grupo, os seus filhos, celebrando a Semana Mundial de Aleitamento Materno, que decorre de 1 a 8 de agosto.
Foi assim em outras 16 cidades portuguesas, numa iniciativa que, em Portugal, já vai no 5.º ano consecutivo.
A ideia partiu de Rita Bessa, que foi a mentora do 1.º ENA – Encontro Nacional de Amamentação em 2013, que teve lugar no Porto, onde residia.
Na época tinha sido mãe recente e insistiu em amamentar a filha até aos três anos e meio. Através das redes sociais, a iniciativa passou a ser replicada, em simultâneo, no primeiro domingo de agosto, em várias outras cidades. Agora que Rita Bessa passou a residir em Coimbra, foi ela a promover o encontro distrital de ontem.
O objetivo continua a ser o mesmo, desde o primeiro dia: “Juntar um grupo de mães num encontro agradável, onde é abordado o tema da amamentação, a partilha de experiências e as dúvidas que habitualmente surgem à mãe lactante”.

Toda a informação na edição de hoje, segunda-feira, 7 de agosto de 2017, do DIÁRIO AS BEIRAS

5 Comments

  1. Em amena cavaqueira, a alimentar os filhotes, e com as maminhas ao léu!
    Também há falta de maminhas fêmeas ao léu nas nossas praias!
    As maminhas dos machos não chegam!
    Vivam todos os tipos de maminhas ao léu!
    Para amamentar as crias e não só!
    Tudo ao léu!
    Assim é que é! Vivam! Vivam! Vivam!

    • Toma um duche de água fria…

      • Então e porquê?
        É por acaso um fundamentalista do recato do corpo?
        Acha que as maminhas das mamãs e das que não são mamãs são coisinhas pecaminosas que as cabecinhas quadradas decretaram que melhor seriam serem partes anatómicas abscônditas?
        E já agora as outras maminhas todas… Como as suas…
        Não controla os seus impulsos sem ser com um duche de água fria?
        Se assim é, é porque tem falta de inocência e falta de… Hummm… Hummm… Bona fide.
        A terapia mais adequada para si será a que consistirá no seguinte: um intróito de um mês integral na praia de Alteirinhos ou na Ilha de Tavira, seguido do degredo para a floresta amazónica de modo a concluir satisfatoriamente a sua educação de civilidade junto dos Pirahãs. Aí terá até à sua disposição duches frequentes directamente caídos do céu para auxiliar nas abluções do abstunto!
        Mas pelo que escreve, e pelo sim, pelo não, é melhor ser-lhe colocado um cinto de castidade. E daqueles fechados à chave pela ERT (Entidade Reguladora dos Tarados) e com espigões regulados por sensores electrónicos!
        Não necessito de duches de água fria. A minha educação é a da equidade e do respeito pela natureza humana, tal como ela é. É por isso certamente distinta da sua, uma educação provavelmente repressiva e reaccionária.

        • Calmex. Você é que parece que ficou muito excitado por ver mães a amamentar, com essa das" maminhas ao léu". Parece que não entendeu que é diferente uma mãe amamentar uma criança de fazer topless na praia. Daí a sugestão da água fria. Se calhar, enganei-me. pronto.

          • Ora nem mais. Enganou-se. E calha que até nem poderia ficar "muito excitado", dado que sou mulher. Quando muito, excitada. Mas que calharia ser também estado implausível dado que, calha também, não ser homossexual, pesembora o facto de não estarem aqui em questão, e por acaso, assuntos de identidade de género, mas sim de discriminação de preceitos e comportamentos relativos ao corpo feminino (sentido e/ou tido). A distinção acerca de se a categorização em dois géneros – masculino e feminino – é limitativa, é discussão de outra sorte e para outro ensejo. Sobre este assunto, antecipe-se se lhe aprouver, e leia por exemplo o que o Peter Singer tem a dizer. Sobre maminhas, em específico, nunca lhe conheci nada escrito, mas sobre discriminação da Mulher, encontra muito material.
            Concerteza que amamentar é muito distinto de andar despido a tomar banhos de sol. Que desde já lhe digo ser costume hígido – os banhos de sol – quando em concordância com as horas de menor efusividade de Helios.
            Investigue os problemas que a amamentação em público tem suscitado por esse mundo fora, e perceberá que aquilo que aflige os olhares reaccionários não é a necessidade de alimento da cria, necessidade que naturalmente aflige qualquer mãe que esteja disposta a amamentar sem que suceda encontrar-se, nesse instante, num qualquer espaço seu de privacidade, mas o acto de mostrar as maminhas em público e as próprias maminhas. O que subjaz às recriminações da amamentação em público é a visão das próprias maminhas. Precisamente por a macheza e os demais retrógrados e retrógadas terem dificuldade em integrar, sem conflito de maior, a sexualidade e o alimento. Bem como o prazer que ambos proporcionam.
            De resto, o que escreve está eivado de preconceito, mas isso é trabalho que lhe cabe a si fazer, usando a caximónia e o exercício da reflexão.
            'Calmex', 'Alto aí com os cavalos', 'E cuidado com o cão', para si.

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