Figueira da Foz na vanguarda também na água

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Durante as últimas décadas do século XIX e até o início da segunda metade do século XX, a Figueira da Foz foi uma das joias da coroa e uma referência da República, pelo turismo e pelo seu ímpeto empreendedor e modernista. Até no fornecimento de água doméstico esteve na linha da frente.

 

“A Figueira da Foz está na linha da frente da modernização. No fundo, é uma cidade que quer afirmar-se pelo turismo”, realçou o geólogo e investigador ao Diário As Beiras José M. Brandão, coautor, com Pedro M. Callapez, do livro “O abastecimento de água à Figueira da Foz em finais de oitocentos – comodidade e modernidade”, apresentado ontem no salão nobre dos paços do concelho.

 

A primeira rede de abastecimento de água canalizada tinha 300 consumidores titulares. Hoje, tem 40 mil. Nos primeiros tempos, contudo, registaram-se vários problemas de salubridade pública.

“Acho que é uma excelente obra, um contributo para a evolução da Figueira da Foz”, definiu o presidente da autarquia, João Ataíde.

 

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21 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    Filosofia do cano de água?

  2. Joana Pimenta says:

    Sua Senhoria Zé da Gândara estará necessitado de um pouco de Filosofia pela goela abaixo? Ou não será antes de melhor tempero? Teremos nós de lhe ofertar um saleiro e um pimenteiro para que lhe seja mais fácil dosear-se?
    Ou um frasquinho de piment de cayenne. Para apimentar a sua vida.
    É melhor na língua.
    Na língua! : P

    • Zé da Gândara says:

      Oulala 🙂 La petite demoiselle connaît et aime bien le piment de Cayenne en Guyane Française 🙂 C'est très chic comme même 🙂

      O que poderia apimentar a minha vida (quem não necessitará de a apimentar, quanto mais não seja para não cair na rotina) seria antes uma tarde bem passada com uma bela lady e iniciada com um café (em vez da pimenta proveniente desse DOM-TOM Francês), na condição de essa bela lady se encontrar solteira e descomprometida (ladies casadas e de condição afim, muito agradeço a gentileza mas não gosto de touradas) 🙂 melhor pimenteiro que esse, posso-lhe garantir que não existirá e certamente se a menina Joaninha fosse solteira e viesse à minha presença, certamente que veria que eu estarei longe de ser um bruto e um desmiolado 🙂
      E se me permite, deixaria as alusões à língua para outros fóruns em virtude de ser previsível de por aqui andarem crianças que poderão inferir algo de mal numa coisa perfeitamente banal por causa de terem ouvido já em alguma ocasião a Pithagorica 🙂

  3. Joana Pimenta says:

    Cá está. Um verdadeiro piment enragé, este Lord Zé da Gândara. E está visto que a LNA – Lieu de Meilleure Application – não se situa em nenhum DOM-TOM mas no território da sua língua, mesmo.
    Tranquilo, Sua Senhoria Zé da Gândara… Tranquilo, mais a sua alegada bela Lady de conduta social irreprensível, e as suas crianças. Uma verdadeira visão beatífica, todos juntos. 😛

    • Zé da Gândara says:

      Ai menina Joana Pimenta, o que a menina faz e não faz para chamar a minha atenção para ver se é agraciada com um café 🙂

    • Zé da Gândara says:

      Menina Joana Pimenta… Sabendo-a tão transtornada por não ter tido até agora a possibilidade de tomar um café com o Zé da Gândara (parece Síndrome de Privação 🙂 ), prometo que irei analisar o seu caso 🙂

  4. Joana Pimenta says:

    Sr. Zé da Gândara…
    A menina Joana Pimenta nunca pretendeu e não pretende tal agraciamento. Mas está certa, de que alguém que não ela, apreciaria um agraciamento seu, na forma de maior disponibilidade em tempo e presença física, aquela – presença – e aquele – tempo, que neste momento está a dedicar à frenética escrita de comentários no Diário As Beiras.
    A menina Joana Pimenta espera… E espera…
    O ter-se feito claramente entender. 🙂

    • Zé da Gândara says:

      Ilustre menina Joana Pimenta… Confesso que depois de ler este seu último comentário, fiquei preocupado na medida em que a vejo a viajar numa verdadeira segunda realidade (ou realidade paralela, whatever)… Como é que se arroga a tecer considerandos sobre a minha agenda pessoal se apesar de se voluntariar incessantemente para um café comigo através das suas chamadas de atenção subliminar (na forma de provocações), eu ainda não lhe concedi esse seu supremo desejo? 🙂 Falar sobre aquilo de que não se tem conhecimento de causa, pese o facto de ter como objectivo tomar café comigo, é algo dispensável, menina Joana Pimenta 🙂

    • Zé da Gândara says:

      Ai a menina Joana Pimenta a sonhar acordada com maior disponibilidade e presença física por parte do jovem com quem ela embirra aqui no espaço de comentários 🙂

  5. Joana Pimenta says:

    Sr. Zezinho… Sr. Zezinho… Olhe que esta menina Pimenta já tem o que condimentar.
    Não terá por aí outras P's (Pimentas) com que melhor se sentir apaladado?

    • Zé da Gândara says:

      Obrigado pelo seu carinho expresso na forma terna como se me dirige (a menina Pimenta deve ser mesmo um doce de menina 🙂 e que tão bem me faz ao ego pois remete-me para os meus tempos de petiz… Ai como é bom recordar esses tempos 🙂 )

      Será mesmo que a menina Pimenta (que estranho pseudónimo o seu, menina, deixe-me que lhe diga) terá mesmo o aludido condimento? Olhe que cá no burgo, muita gente procura fazer das tripas coração (ou das fraquezas forças) mas nem sempre de uma forma convincente… Saber dar a mão à palmatória é bastante meritório, acredite menina Joaninha Pimenta 🙂

      E por fim… Em nome da igualdade que hoje em dia tanto anda na berlinda… Permita-me que lhe diga, menina Pimenta, que é de bom tom as pessoas perceberem que ninguém é de ninguém 🙂 (sugiro-lhe que não fale muito alto sobre posse de mulheres por parte de homens porque, além de isso ser parte de um longínquo passado – caso ainda não se tenha apercebido, é mesmo algo do longínquo passado – vai na volta ainda por aqui apanha alguma feminista extremista (pleonasmo à parte) entre a audiência deste espaço de opinião e ainda acaba vaiada 🙂 )

      • Joana Pimenta says:

        Ora… Não tem de quê, Sr. Zezinho. Até já lhe havia respondido de modo ainda mais afectuoso, mas parece que talvez não o suficiente para escapar ao crivo do administrador dos comentários do Diário As Beiras, que não deverá apreciar conteúdo artístico erótico explícito. Ou então, de submissões erróneas, goradas…

        O Sr. Zezinho lá saberá o que há pelo burgo que habita, e nem se duvidará da sua extensa experiência na arte da prova do condimento… A menina Joana Pimenta não estará preocupada em demonstrar-lhe ou provar-lhe se detém mestria em tais mesteres. Outros e outras, saberão e exercerão o ofício de modo mais competente de modo a deixar petizes como o Sr. Zezinho, agradados e menos acirrados. 🙂

        Mas deixe que lhe diga que em matéria de propriedade estamos de acordo. E não vejo como possa ter aludido a posse de mulheres por parte de homens, porque é senda que nunca terei tomado, ou apologia que algum dia tenha realizado, em público ou em privado. Esta Pimenta pseudonímica, no que depende do seu controlo e vontade, nunca foi, é, ou será, por propriedades suas exemplificadas, instância de categorias mal-afortunadas. 🙂
        A vaia, é coisa a que a menina está habituada, e tem ela, menina, dúvidas, se feministas assisadas se incomodariam com o exposto. 🙂

        • Zé da Gândara says:

          Ai menina Joaninha Pimentinha… A menina, desculpe-me que lhe diga, mas faz-me rebentar a rir à gargalhada com a sua verborreia e com as suas invectivas que me visam denegrir e atingir pessoalmente, sinónimo inequívoco de que à falta de argumentos concisos e minimamente racionais para se degladiar nesse plano comigo, apenas dispõe desse método pouco polido (aliás, muito em voga por aqui neste espaço de opinião, daí que a menina Joaninha Pimentinha não deva ter receio de solidão porque não estará sozinha)…
          Olhe, preocupe-se em apimentar a sua vida da forma como melhor lhe aprouver e deixe para cada qual a decisão livre de proceder a esse apimentar (se assim cada qual entender) conforme a cada qual aprouver… É que de tanto se preocupar com a forma como apimento ou deixo de apimentar a minha vida, outros que não eu até poderão ser levados a dizer que a menina Joaninha Pimentinha tem particular interesse no assunto, que convenhamos, apenas a mim me diz respeito…

          E olhe que se é alvo de vaias (eu pessoalmente falando, posso dizer que nunca passei pela experiência, mas isso sou eu), há algo que não estará de todo bem consigo… Sugiro-lhe que procure ajuda a ultrapassar isso porque eu não tenho especial regozijo em saber que há alguém familiarizado com vaias e que assuma esse fardo como algo "rotineiro"… Tudo tem solução neste mundo… Basta procurarmos ajuda…

          • Joana Pimenta says:

            Ai Sr. Zezinho…
            Há várias formas de se ser vaiado, para além das costumeiras vaias realizadas com as mão, os pés, ou a boca.
            Faça a contagem dos dislikes aos seus comentários aqui no Diário As Beiras, e perceberá quem aqui tem lucidez e razão em falta. Miopia, terá o Sr. Zezinho, concerteza, muita.
            Passar bem, Sr. Zezinho. E se necessitar de algum tipo particular de ajuda, disponha, que terei todo o prazer em referenciar vossa reverência, para serviço de competência. 🙂

          • Zé da Gândara says:

            Quantas vezes é que a menina Joana Pimenta (que raio de pseudónimo, ainda assim tão condizente com espírito viperino do personagem que veste a pele da menina Joaninha Pimentinha) se divertiu por aqui a colocar dislikes nos meus comentários?
            Padece a menina de miopia, ao ponto de se arvorar em especialista nessa enfermidade para já se permitir diagnosticá-la de forma "cega"? Olhe que se é o caso, além de ser um método pouco científico, até a própria religião o condena pela voz de São Tomé que dizia, segundo se consta, "Ver para crer" 🙂
            Por acaso, até preciso de ajuda e ainda bem que fala… Ando a necessitar de contratar uma senhora para ajudar nas lides domésticas lá de casa porque de há uns dias a esta parte, para lhe poder dar a devida atenção a si, comecei a sentir alguma sobrecarga nas lides domésticas (menos tempo para as lides domésticas de sempre e das quais sempre dei conta de forma exemplar)… Se é assim uma tão boa samaritana, bem que me poderia ajudar, dado que se poderiam resolver dois problemas de uma assentada… O seu problema (a falta de atenção de que enferma) e o meu (a sobrecarga em que incorro para lhe poder dar a atenção de que enferma a menina Joana Pimenta)… Ah… E quanto a pimenta, apesar de a mesma existir no meu lar como existirá em qualquer lar cá do burgo, estará todavia fechada como se de um medicamento se tratasse para evitar que a menina se servisse da pimenta…

          • Joana Pimenta says:

            Sr. Zezinho Gandarinho,

            Cobra venenosa (do tipo cuspideiro) é epíteto que lhe assenta melhor a si. 🙂
            Embora saibamos sempre por onde se movimenta, pois vai deixando um rasto de desagrado colectivo indelével, por onde quer que passa… Já para não falar na mortandade que as suas palavras venenosas, fruto da articulação motora ansiosa entre os seus dedos e o teclado do seu PC, inflingem às vítimas incautas deste espaço de comentários do Diário As Beiras. Quanto a este assunto, direcciono-o para o seguinte, esperando que o/os administradores o autorizem: https://www.youtube.com/watch?v=DHXbr9gy6N4
            Já a questão das lides domésticas… Exorto-o a que cumpra com o seu dever, e do modo mais competente e esforçado que souber, mas cuidado…! Não queiramos nós vê-lo a terminá-las, as lides, com os bofes a sair-lhe pela boca. 😛
            Também não pretendemos ver a senhora contratada, insatisfeita, por tão derradeiro esforço físico seu 🙂
            Atenção, é cousa que já compreendemos ser grande necessidade sua, mas olhe que o espavento não costuma gostar de se fazer acompanhar com a misantropia… Estamos por isso em desalinho. Mas ainda assim, tente um adereço novo. Um penacho. Pois se se tem esforçado tanto nestas últimas trocas escritas por ser galo… 🙂

          • Zé da Gândara says:

            Ilustre Joana ou João,

            O ódio que por aqui me destila é um nadinha infantilóide… Com tanta coisa em que poderia ocupar o seu tempo de forma benéfica para o bem-comum, logo teve a/o ilustre de se prestar a vir para aqui coartar a minha liberdade de expressão com os seus comentários primitivos e sem nexo… Poupe-nos… Poupe-me… eu não a/o obrigo a concordar comigo e nem tão pouco sequer a ler os meus comentários… Ainda não percebeu isso?

          • Joana Pimenta says:

            Humm… Sr. Zezinho,
            A falta de nexo, desde o seu primeiro comentário, face ao exposto neste curto artigo jornalístico do Diário As Beiras, é sua. Ora leia lá os seus comentários aqui e em outras partes a ver se até já não anda a repetir conteúdo e com interlocutores comentarista distintos.
            O Sr. Zezinho não anda mesmo a passar bem… Ai não anda não…
            Mas como o Sr. Zezinho Gandarinho se revelou de comportamento tão perturbado, e a propósito de coisinha tão concreta como trabalho, i.e., de requalificação do sistema de abastecimento de água canalizada no município da Figueira da Foz, que depois derivou para interpretações abusivas acerca de Joanas e Pimentas, aqui vai a minha última missiva, e já estando a Joana & Pimenta, impaciente pelo término da escrita interactiva que o tem ocupado tanto a ponto de cá vir ver se há resposta nova minha, após interregno longo 🙂

            JoaoJoana?!

            Quer parecer que o Sr. Zezinho andará equivocado com a artilharia… Olhe que esta Pimenta, ainda que já serôdia, é de género muito menina! De orientação, é que não. 🙂
            Mas se o Sr. Zezinho anda com vontade de experimentar outras lides domésticas, saberá que o Diário das Beiras dispõe de uma secção de Carimbados – Relax onde o Sr. Zezinho poderá exibir o seu ostentoso colorido, e oferecer o seu próprio armamentário terapêutico (as suas especiarias tão bem guardadas e fechadas) com melhor providência?
            Nessa seccão, em circunstâncias melhor adequadas às suas lúbricas investidas (como é próprio de víbora – escorregadia – e de certo género de macha gente – lasciva), poderá infligir bem sucedidas ofensivas picantes… 🙂
            Faça pois o obséquio de consultar os Carimbados-Relax. Ui… Não é bem isto. Os Categorizados-Relax. Ui… Também não é assim. Os Classificados-Relax! O que para efeitos de caracterização societal atávica, dará na mesma coisinha. 🙂

            Mas a Joaninha Pimentinha ficou satisfeita por constatar que já vai ficando com tom de escrita mais seráfico e que já lhe vão passando os ímpetos.

            Acabou-se-lhe a pimenta no armário dos medicamentos… 😛

          • Zé da Gândara says:

            Saberá porventura sua senhoria que o incitamento à prostituição parece ser crime no ordenamento jurídico nacional?

          • Joana Pimenta says:

            Sua Senhoria Zé da Gândara,

            Alteri ne facias quod tibi fieri non vis.

            Passar bem. 🙂

          • José da Gândara says:

            Sra. Joana Pimenta (ou o que quer que seja sua senhoria)…

            É atroz a sua falta de consideração para com o nosso auditório… O latim já é peça de museu e nem todos estudaram (sabe, nas classes menos afortunadas muita gente não consegue ir para a escola como a prole das castas superiores e quando vai, até vai mais para cursos técnicos onde já não se ensina latim, nesta espécie de selecção forçada que por cá se faz no burgo)…

            Que sua senhoria tenha estudado latim, dou-lhe os meus parabéns pelo feito… Que sua senhoria o use para insuflar o ego e se mostrar por aqui muito culta, isso já censuro, não porque não consiga discernir o que pretende dizer mas porque acho que é um tique chauvinista e de sobranceria que sua excelência exibe aqui gratuitamente, quando poderia dizer o mesmo na língua que por cá ainda vai sendo inteligível pela avassaladora maioria dos residentes… O que é que sua senhoria pretende? Que lhe façamos uma vénia e a aclamemos como a senhora culta e chique que toma todos os dias o seu chá das cinco à Inglesa e que ombreia com qualquer tia da Foz do Douro ou de Cascais? Poupe-nos por favor… Vivemos numa República… Em teoria, seremos todos iguais… Embora hajam alguns mais iguais que outros e outros a quem eu por exemplo, nunca quereria ser igual, tais como certos snobs…

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