Os antigos alunos são os melhores embaixadores da ESTeSC

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A ESTeSC – Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra assinala, este sábado, o seu 37.º aniversário. Uma história curta mas de sucesso e de crescimento ininterrupto, “acelerado” de forma notável na última década. O seu presidente já anunciou que este é o seu último mandato. Em jeito de balanço, Jorge Conde não esconde o orgulho pelo trabalho feito. E traça as linhas-mestras do que devem ser as apostas de futuro, tanto para a escola como para o próprio Politécnico de Coimbra.

Que ano vai ser este em 37 anos de ESTeSC?
Estes ano representa acima de tudo o fim de um ciclo. Desde logo porque é o meu último ano à frente da escola. Mas é também um ano de incerteza, porque sendo eu candidato a presidente do Politécnico, não se sabe bem quando é que deixo de ser presidente da escola. Em suma, a escola vai ter uma nova liderança e uma nova linha de gestão. E, como são as pessoas que fazem as instituições, quem vier para o meu lugar seguramente trará algo diferente. Em termos de balanço, na ESTeSC, são 37 anos de crescimento ininterrupto.

Mas os últimos 10 anos marcaram uma diferença muito grande…
Penso que toda a gente concorda que, na última década, a escola criou uma dinâmica, uma visibilidade e uma aposta nas diversas áreas a que o ensino superior está obrigado ímpares. Isso fez com que ostente, hoje, um conjunto de indicadores que nos coloca noutro patamar. Desde logo, o número de alunos (em 10 anos crescemos entre 30 e 35 por cento). Depois, na qualificação do corpo docente (há 10 anos tínhamos 10 doutorados e quatro doutorandos; hoje temos 27 doutores e 23 doutorandos). Isto significa que a nossa expectativa, a muito breve prazo, é de termos 50 doutorados, num corpo permanente de 56 professores.

Entrevista na íntegra na edição impressa do DIÁRIO AS BEIRAS

 

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