Ministro da Educação garante que não “não será uma descentralização a fingir”

“Escolas não podem ser geridas a 500 quilómetros de distância! A descentralização não amputa o poder da Administração Central, mas amplia-o”. Quem o afirma é Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação que, ontem, se deslocou a Coimbra para debater a educação e a centralização de poder.

Largas centenas de pessoas reservaram o final de tarde para assistir ao encerramento da conferência, que teve o Conservatório de Música de Coimbra como pano de fundo.

“Não será uma descentralização a fingir e a várias velocidades. Queremos uma mudança coesa e coerente, de forma a garantir que o nosso serviço educativo é prestado com mais qualidade”, assegurou o membro do Governo.

“Sem hesitações, sem precipitações e… sem privatizações”. Esta foi uma das garantias dadas pelo ministro, numa tarde em que prometeu recuperar este processo “da gaveta dourada em que outros o colocaram” e consolidar a estabilidade contratual dos professores.

 

Toda a informação na edição impressa de hoje, 16 de março, do DIÁRIO AS BEIRAS

 

One Comment

  1. Henrique Costa says:

    Qualquer descentralização que passe directamente competências do governo central para o local sem criar um poder regional está condenada ao fracasso, ou não fosse impossível gerir 309 municípios centralmente! É por insistir nisso que o poder local é a maior fonte de corrupção de Portugal!

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