Estudo adverte sindicalismo para urgência na renovação

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Um doutoramento da Universidade de Coimbra concluiu que o sindicalismo em Portugal tem de se renovar e de se adaptar à nova realidade laboral para não definhar, alertando para a dificuldade de penetração sindical nos segmentos mais precários.

O sindicalismo português “ou se renova ou está condenado” a servir “uns poucos, porque a maioria não serão trabalhadores assalariados”, sublinha Dora Fonseca, autora de uma tese de doutoramento em Sociologia que analisa os movimentos sociais e o sindicalismo durante a crise portuguesa.

Com uma realidade laboral em que “o trabalho precário é cada vez mais a norma do que a exceção”, os sindicatos têm de se adaptar “porque senão rapidamente ficam sem filiados”, disse à Lusa a investigadora, considerando que, apesar de haver alguns avanços, é necessária uma renovação “por completo”.

2 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    Ser sindicalista para reivindicar coisas tão atentatórias da produtividade das empresas como condições de trabalho dignas não é cool para o jovem e menos jovem tugalês de palas que prefere ser lambe-botas militante (para não citar o Sr. Elísio Estanque e ser um nadinha mais assertivo – )… Ser sindicalista é sinónimo de ser comuna ou bloquista e é uma espécie de lepra dos tempos modernos para quem desse mal enferma e que merece total ostracismo da parte de quem se mantém a salvo dessa enfermidade…
    Quando um dia destes o direito de pernada for reinstituído formalmente, depois não venham dizer que não gostam de partilhar a jovem esposa, namorada ou afim com o patrão ávido do deleite sob lençóis com a mulher alheia… Afinal, até por cá se diz que homem sem os ditos é como um jardim sem flores 🙂

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