Vítima de tiroteio em Coimbra era cliente habitual na discoteca

homem que esta manhã foi morto num tiroteio ocorrido junto à discoteca Avenue, em Coimbra, era cliente habitual naquele estabelecimento de diversão noturna, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS um elemento da segurança.

A vítima foi baleada na cabeça e no tórax em consequência de uma discussão ocorrida ainda no interior daquele espaço situado na avenida Afonso Henriques. De acordo com testemunhas locais, já no exterior da discoteca, o atirador terá disparado sobre a vítima, deixando-o prostrado em plena via.

Cerca de dois minutos depois, terá voltado a disparar. “Vi-o a sair do carro – do lado do pendura -, e disparar três tiros sobre o rapaz que estava caído no chão”, adiantou aos jornalistas uma moradora que testemunhou o crime.

O INEM esteve no local, mas apesar da realização de manobras de reanimação a vítima acabou por falecer.

Durante a manhã, elementos da Polícia Judiciária estiveram na zona a realizar os necessários exames periciais, bem como a recolher testemunhos junto de alguns amigos da vítima.

A vítima mortal – a quem os amigos chamavam Isma – tinha cerca de 30 anos, era natural de Lisboa, mas de ascendência guineense. Vivia em Coimbra e deixa uma filha menor.

7 Comments

  1. Independentemente quem era quem porque um assassinato é sempre de lamentar e muito difícil de aceitar… é de lamentar este jornalismo que num sítio tem um título a dizer que vítima era segurança da discoteca e na própria notícia o título diz que é cliente habitual da discoteca. Cara jornalista que escreveu esta notícia, como ficamos, em que acreditamos?

    • Zé da Gândara says:

      E a senhora / menina não sabe que o jornalismo que temos por cá no burgo é um jornalismo de sarjeta?

    • patricia almeida says:

      Boa tarde, Sandra
      Não sei se leu a notícia completa, mas tendo em conta que não conseguimos falar com uma fonte oficial da discoteca, limitei-me a escrever o que nos foi possível apurar.

      Seguem dois excertos da notícia publicada em papel:
      "Apesar de muitos terem garantido que Ismael Mendes Soares (“Isma”, Como era conhecido entre os amigos) prestava serviços de segurança naquele estabelecimento, um funcionário do Avenue garantiu ao DIÁRIO AS BEIRAS que a vítima era apenas cliente habitual da discoteca". (…)
      "Segundo um amigo que esteve no local do crime, “Isma” era pintor de construção civil e vivia em Coimbra há cerca de quatro anos. Apesar não ter sido possível apurar que estaria a trabalhar no Avenue Club, muitos conhecidos confirmaram que o homem prestava, ocasionalmente serviços de segurança em estabelecimentos de diversão noturna. "

  2. ana gomes says:

    noicia errada. o homem abatido a tiro era o segurança do estabelecimento.

  3. Cara Patrícia Almeida, conseguiram apurar que a vítima era cliente da discoteca e era segurança da discoteca?! Poderia sê-lo, de facto, mas em circunstâncias de tempo diferentes. Terá que admitir que, da forma que a notícia está feita, "parece mal" tal confusão. Fico-me pelo "parece mal", forma eufemística de dizer outra coisa que prefiro calar. Basta reflectir um pouco, ou ler o que se escreve com o mínimo de atenção para que estas "gaffes" (demasiado frequentes) aconteçam. Se, por acaso a jornalista tem essas duas informações, de fontes diferentes, há formas condicionais de informar. "Seria" nunca equivale a "era"!
    Desculpe o ajuizamento mas, parece-me, que muita coisa há a aprender no jornalismo em Portugal e não será apenas ao nível dos valores, sê-lo-à na vertente do saber escrever, da capacidade de chegar a mensagem ao leitor/ouvinte. Até faz parte do programa curricular do 5º ano de escolaridade.
    Um pouco de atenção resolve o problema…espero!

    Boas notícias e bom ano!

    • esses seguranças não qualificados, não possuem formação para o exercício da função, e o problema está mesmo aí, eles não sabem como lidar com as diferentes situações com que se deparam no local de trabalho, são contratados ilegalmente, arriscando-se a coimas, tanto eles como a entidade que os contratou, o problema é que quando existem inspecções por parte da policia para ver as credenciais deles fazem-se passar por clientes e depois dá nisto, as autoridades têm de fazer mais visitas surpresa para que estes estabelecimentos comecem a contratar empresas com seguranças verdadeiramente qualificados para tal profissão, mas isto acontece no mundo todo, sempre aconteceu e duvido que alguma vez mude, e a polícia só se iria interessar verdadeiramente se tivesse sido um agente a ser baleado. eu sei de casos de agentes da psp que são polícias durante o dia e depois vão ganhar ilegalmente mais uns trocos a noite como seguranças de bares e discotecas, é uma festa, mas se fosse um destes que tivesse sido abatido aposto que já tinha apanhado o cobarde da arma…

    • esses seguranças não qualificados, não possuem formação para o exercício da função, e o problema está mesmo aí, eles não sabem como lidar com as diferentes situações com que se deparam no local de trabalho, são contratados ilegalmente, arriscando-se a coimas, tanto eles como a entidade que os contratou, o problema é que quando existem inspecções por parte da policia para ver as credenciais deles fazem-se passar por clientes e depois dá nisto, as autoridades têm de fazer mais visitas surpresa para que estes estabelecimentos comecem a contratar empresas com seguranças verdadeiramente qualificados para tal profissão, mas isto acontece no mundo todo, sempre aconteceu e duvido que alguma vez mude, e a polícia só se iria interessar verdadeiramente se tivesse sido um agente a ser baleado. eu sei de casos de agentes da psp que são polícias durante o dia e depois vão ganhar ilegalmente mais uns trocos a noite como seguranças de bares e discotecas, é uma festa, mas se fosse um destes que tivesse sido abatido aposto que já tinha apanhado o cobarde da arma…

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