Sete monumentos concessionados ao turismo na região Centro

 

O Governo deu ontem a conhecer a lista de imóveis que integram o Programa Revive, “que abre o património ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos, através da realização de concursos públicos”.
No distrito de Coimbra, há dois imóveis na lista de 30 edifícios a concessionar.
No Convento de Santa Clara a Nova, “a área a afetar a uso turístico é a totalidade do imóvel, com exceção da igreja e do museu”, especifica o Turismo de Portugal. Quanto ao Mosteiro de Lorvão, “a área a afetar a uso turístico é a totalidade do imóvel, com exceção da igreja”.
No distrito de Aveiro, há igualmente dois monumentos a concessionar, o Mosteiro de Arouca, que só terá afeto ao turismo a ala sul, e o Forte de Barra de Aveiro, em Ílhavo. Neste caso, a área a afetar será a totalidade do imóvel e mais dois edifícios anexos.
Em Castelo Branco há também dois edifícios, cujo modelo jurídico previsto é a cedência do direito de superfície: o Colégio de São Fiel (exceção feita à área de campo de jogos e piscina); e a Casa de Marrocos, em Idanha-a-Nova.
Destaque ainda, em Leiria, para o Convento de Santo António dos Capuchos, que também tem prevista a cedência do direito de superfície.
O Governo pretende, com este programa, “promover e agilizar os processos de rentabilização e preservação de património público que se encontra devoluto, tornando-o apto para afetação a uma atividade económica com finalidade turística, gerar riqueza e postos de trabalho, promover o reforço da atratividade de destinos regionais, a desconcentração da procura e o desenvolvimento de várias regiões do país”.

Informação completa na edição impressa

 

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