Coimbra e Mação coordenam em Portugal o Ano Internacional do Entendimento Global

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As localidades de Mação e de Coimbra vão coordenar todas as atividades que vão decorrer em Portugal, em 2016, no âmbito do Ano Internacional do Entendimento Global (IYGU), anunciou hoje a organização.

Confirmadas estão, para já, as Jornadas de Arqueologia e Património Ibero-americano, que vão decorrer de 06 a 08 de março, em Mação e Tomar, sob o mote “Arqueologia, Ciência, Direito e Educação para o Entendimento Global”, e que englobam, entre outras, conferências Luso-Brasileiras para debate de Direitos Humanos na Sociedade da Informação, a Arqueologia e o Património face às mudanças globais, um colóquio Ibero-americano que versará o tráfico de antiguidades, direitos culturais e posse privada dos bens da antiguidade, além de debates sobre matrizes sociais, paisagens culturais, gestão integrada dos territórios, e métodos e desafios para a sustentabilidade local e o entendimento Global.

“Construir pontes entre os pensamentos globais e as ações locais” são objetivos do IYGU (sigla da designação em inglês), evento que vai decorrer ao longo do próximo ano em quatro continentes e em mais de 50 países, para “pensar a sustentabilidade do planeta”, disse à agência Lusa o secretário-geral do Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas, Luiz Oosterbeek, membro coordenador da iniciativa.

Organizado pelo Conselho Internacional de Ciências (ICSU), Conselho Internacional das Ciências Sociais (ISSC) e Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas (CIPSH), o grande propósito do IYGU, destacou Luiz Oosterbeek, “é a promoção de um melhor entendimento sobre o impacto global das ações locais, para estimular políticas inovadoras que respondam aos desafios globais, como as mudanças climáticas, a segurança alimentar ou as migrações”.

Segundo o investigador português, professor de Arqueologia do Instituto Politécnico de Tomar, o foco principal das atividades a decorrer em 2016 será o de “perceber como integrar os conhecimentos científicos nos estilos de vida, tornando-os mais sustentáveis”, a par de projetos de investigação, programas educativos e campanhas de informação.

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