Opinião – A lei da miséria crescente

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Lucilio Carvalheiro

Lucilio Carvalheiro

Não me atrevo a escrever sobre os atentados criminosos levados a cabo em Paris, outros, melhor que eu, o têm feito com sabedoria, com profundeza de análise, sobretudo nos convidando a reflectir.

Assim, continuo a acreditar que cada um de nós, cidadãos-seres-humanos, estaremos empenhados em enfrentar o poder da barbárie.

Não só, mas também, na nebulosa da “natureza humana”, a brutalização, a ignorância, a escravidão, levam à degradação moral, cumprindo a Lei da miséria crescente, aquela  que vigora em Portugal desde 2011,  na medida em que permitimos um Estado interventor ( Governo PSD/CDS) – um verdadeiro perigo para a Democracia. Devemos, pois, reflectir, planear, defender a Liberdade Democrática – Estado Regulador – quanto mais não seja pela única razão de só a Liberdade poder assegurar a segurança.

Não se pode conceber que sejamos considerados tão brutalizados, tão ignorantes, permitindo um Governo PSD/CDS que continue a basear a sua táctica na hipótese de que a Lei da Miséria Crescente é válida, isto é, de que só o poder de um Estado interventor conseguirá o equilíbrio das finanças públicas e que, conseguidas estas, as coisas melhorariam substancialmente. Não melhoraram, não melhoram, antes se agravam.

Pois bem. Da degradação moral à criminalidade está a distância de uma oportunidade tão rápida quanto um raio. E nenhum economista, nenhum burocrata, nenhum político em exercício, considera a União Europeia como um todo, considera as pessoas como cidadãs desse todo, considera o ser humano como um bem precioso.
Ao Governo PSD/CDS Je vous le dit,  Mois aussi,  JE SUIS CHARLIE…..

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