Câmara de Vouzela prevê criação de 200 postos de trabalho no concelho

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Mais de duas centenas de postos de trabalho deverão ser criados nos próximos anos em Vouzela, concelho que o executivo camarário quer tornar cada vez mais atrativo para investimentos nacionais e estrangeiros.

“Num ano de mandato é extraordinário conseguir ter reservados lotes que correspondem a compromissos assumidos pelas empresas na ordem dos 200 postos de trabalho”, disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara, Rui Ladeira.

Uma das medidas do programa deste executivo eleito no ano passado foi o projeto “Vouzela Empreende”, que é já considerado um sucesso.

Segundo Rui Ladeira, no que respeita ao parque industrial de Queirã – que ainda não está concluído em termos de infraestruturas, o que só deve acontecer em junho de 2015 – “já estão dois terços reservados ou contratados”.

As empresas Systeel (estruturas metálicas) e Jathouse (estruturas modulares) devem iniciar a curto prazo a construção das suas instalações e criar 40 postos de trabalho. Há também 12 lotes que deverão ser vendidos em breve e que, no espaço de poucos meses, irão gerar 55 empregos.

O autarca explicou que “também no parque industrial de Vouzela vários lotes estão a ser ocupados ou potenciados com mais de cem postos de trabalho”.

Dentro de poucos meses deverá instalar-se nesta zona industrial a Sabgal (ultracongelados) e criar, nos próximos quatro a cinco anos, “entre 80 a 100 postos de trabalho”. Está também firmada a instalação dos serviços de distribuição dos CTT (mais 20 postos de trabalho) e, “em perspetiva, a ocupação de mais três lotes que irão permitir criar, num prazo de dois anos, mais 30 empregos”.

Um dos desafios que o executivo tem ainda para este ano é a criação de uma incubadora de empresas no centro da vila, “de modo a poder também dinamizar as ideias de negócio dos jovens, das empresas que encontram em Vouzela boas condições para trabalhar numa perspetiva local, nacional e até internacional”, avançou Rui Ladeira.

O autarca explicou que, numa fase inicial, a incubadora funcionará em instalações provisórias, até que sejam garantidas verbas do próximo quadro comunitário de apoio para as definitivas.

Segundo Rui Ladeira, “outra das prioridades da autarquia para o próximo quadro comunitário de apoio é alargar e requalificar a zona industrial de Campia”, de forma a dar resposta às solicitações dos empresários.

“Num ano de mandato é excelente a atratividade de Vouzela e dos parques industriais e as condições que conseguimos oferecer. Nos próximos anos vamos continuar a dar tudo para que os empresários possam encontrar aqui as condições para poderem criar riqueza e postos de trabalho”, garantiu.

Na sua opinião, a centralidade de Vouzela e a sua proximidade à autoestrada A25, aliadas a “medidas concretas de incentivo aos empresários, como o preço acessível de terrenos, a redução de taxas e licenças e a redução da derrama para casos em que são cumpridos determinados requisitos relacionados com o número de postos de trabalho” são fatores que justificam os resultados conseguidos.

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