Assistentes sociais querem a criação de uma Ordem

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ANTÓNIO ALVES

ANTÓNIO ALVES

 

A presidente da Associação de Profissionais de Serviço Social (APSS), Fernanda Rodrigues, renovou ontem o pedido de criação da Ordem dos Assistentes Sociais. Na intervenção feita durante a sessão de abertura do III Congresso Nacional de Serviço Social, que se realizou até ontem em Coimbra, a responsável considerou que “a ausência ou insuficiência de regulação não serve as condições de exercício profissional e, sobretudo, não serve as exigências de salvaguarda do interesse público”.

O reavivar do compromisso e da defesa do “profissionalismo” dos assistentes sociais é um dos objetivos do congresso, tendo Fernanda Rodrigues alertado para a “enorme pressão sobre as condições do trabalho profissional, as quais se têm precarizado, o que torna os níveis de desempenho incompreensíveis face às exigências dos cidadãos, das organizações e das comunidades”.

Presente na reunião que juntou os delegados europeus da Federação Internacional de Assistentes Sociais (IFSW), a líder da APSS recordou a preocupação evidenciada pelos responsáveis para “as consequências no serviço de bem estar da redução da despesa pública”. Esta situação, no entender de Fernanda Rodrigues, está a afetar os cidadãos, “agravando as condições de vida daquelas pessoas em situação de maior desvantagem e exclusão, diminuindo também o nível de apoio disponibilizado às pessoas de todas as idades e atingidos por doenças e outros problemas”.

Informação completa na edição impressa

2 Comments

  1. Eles andam a dar subsídios, a quem os não merece!!!!

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