Ferreira da Silva e José Reis candidatos pelos “Cidadãos de Coimbra”

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O movimento “Cidadãos por Coimbra” deverá aprovar amanhã, durante as Jornadas Cidadãs, os nomes do advogado José Augusto Ferreira da Silva e do professor universitário José Reis como os seus candidatos à câmara e Assembleia Municipal nas próximas eleições autárquicas.

Os nomes são consensuais, tendo já obtido muitos incentivos por parte dos seus membros na manifestação de 25 de abril.

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4 Comments

  1. teresa Pereira says:

    Conheço pessoalmente o Professor José Reis ´hà muitos anos e se há Pessoa HONESTA ele é!!!
    Quanto ao autro candidato, lamento mas não o conheço.
    Mesmo assim acredito que serão muito BOAS escolhas,que é o mais impotante neste momento para este desgraçado País…

  2. Mais dois taxos

  3. Se estivesse-mos numa cidade da Dinamarca, Suécia ou Noruega teríamos aqui pessoas que dificilmente deixariam de vencer as eleições. Neste país de medíocres, caciques e homens do aparelho, onde popula e reina o" jeito" e a "cunha" perderemos, mais uma vez, a oportunidade de dar um salto político, sociológico e cultural. Continuaremos "a sul". Com os tiques e arremedos dos países do sul da europa, que, contrariamente a tantas coisas boas, a este nível são um péssimo exemplo do que é ser "do sul".

  4. alvaro cardoso says:

    Excelente ideia. A candidatura à Camara e à Assembleia Municipal de Coimbra por parte do movimento CIDADÃOS DE COIMBRA, deve merecer o apoio daqueles que não se revêm nas actuais leis que regulam as candidaturas para a Assembleia da República e para as autarquias locais.. Os actuais actos eleitorais divergem muito daquilo que os cidadãos conscientes desejam para o nosso país. A ditadura que antecedeu o 25 de Abril caracterizava-se pela existència de apenas um governante apoiado por um único partido (União Nacional). A verdadeira democracia poilitica emana da vontade do povo expressa em eleições livres. Deverão constituir-se circulos plurinominais, uninominais e o ciculo nacionaql de forma a que possam candidatar-se os partidos politicos podendo estes integrar cidadãos independentes.. O actual sistema "democrático" que governa o país não passa de uma "ditadura" encapotada em que os partidos fazem o
    que querem e lhes apetece. Se amassem Portugal e o seu povo, como frequentemente o reafirmam, já há muitos anos que os partidos teriam alterado as leis eleitorais, adaptando-as ao verdadeiro bem estar das populações. Mas, como este novo regime não lhes daria o poder de fazerem aquilo que bem lhes apetece, estribam-se na bondade das leis actuais como forma de se perpetuarem no poder. Até quando?

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