“Sinto uma revolta grande quando ouço falar da administração da Alberto Gaspar”

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Foto Pedro Agostinho Cruz

Foto Pedro Agostinho Cruz

Manuel Pedrosa era um adolescente quando começou a trabalhar na antiga transformadora de madeira Alberto Gaspar, na unidade de S. Pedro, Figueira da Foz. Foi um dos últimos operários a assistirem ao fim de uma das mais importantes firmas portuguesas do setor. Subiu a pulso na empresa, de onde saiu como especialista em madeiras exóticas e responsável por dois turnos de trabalho e pelos orçamentos.

O antigo operário da Alberto Gaspar aceitou fazer uma visita ao local onde trabalhou durante 48 anos, para contar os derradeiros episódios de uma história empresarial de sucesso com um final inesperado e dramático. Este natural e residente de Regalheiras de Lavos, localidade vizinha de S. Pedro, continuou ligado à firma depois de os colegas terem rescindido o contrato, em 2003, por terem salários em atraso.

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