Ordem dos Médicos atenta à reorganização da zona Oeste

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30 oesteO Conselho Distrital do Oeste da Ordem dos Médicos lamenta nunca ter sido ouvido sobre a restruturação de serviços no Centro Hospitalar do Oeste e adverte para que “a poupança financeira” não se pode sobrepor à “qualidade assistencial”.

A ordem refere que é “urgente colmatar situações de carência” em relação a materiais de uso corrente “desde material consumível até reagentes laboratoriais”, cuja insuficiência já haviam denunciado mas, que a administração hospitalar negou.

Para a ordem é “imperativo” que a redistribuição de serviços e atividades pelos vários hospitais do CHO (Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras) seja realizada apenas quando existirem “condições logísticas e de instalação”, tanto mais que a saída do Hospital de Alcobaça para o Centro Hospitalar Leiria-Pombal vai provocar “uma significativa diminuição da capacidade dos serviços, uma vez que passarão a ter mais doentes para um menor número de camas”.

 

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