Opinião – Na vertical

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M. Pignatelli QueirozM. Pignatelli Queiroz

Ou se sobe, ou se desce. A SUBIR– e conforme prometi- a referência ao Deputado Europeu, Paulo Rangel, que enriqueceu Coimbra e o salão cheio. Já o conhecia, da campanha eleitoral e, depois, na mesma bancada, na X Legislatura. Já aí se salientava pela sua inteligência e pela prática da Boa Política, no lançamento das ideias e nas intervenções qualificadas e coerentes e não demagógicas apesar de ser da oposição. Outros tempos. Tão importantes, a simplicidade no trato, o bom relacionamento, a boa disposição, o subtil humor.

Na sua intervenção em Coimbra soube criar empatia, demonstrou as suas qualidades oratórias, passou um tema difícil e delicado com transparência e que todos compreendemos, sabendo passar com facilidade do todo à criação das linhas e, seguindo os diversos caminhos, construir, inversamente, o cerne do tema perfeitamente clarificado. Inversamente, temos o estado do País (quem não tiver culpas que atire as primeiras pedras- e atiraram…) numa completa baralhada. Todos se zangam e nenhum tem razão, pairando no ar laivos de ANARQUIA.

“Intelectuais” pontificam nas prateleiras (de ficção) dos Supermercados, apresentando-se como licenciados, mestres, doutorandos, doutores, cientistas… escrevendo livros (?) com índices compridíssimos e com conteúdos com pouco mais de 5 ou 6 linhas, ficcionando a História, com afirmações até de baixo nível, sem qualquer base científica como, por exemplo, os “casos” dos Reis e Rainhas de Portugal, muitos os bastardos, uns batendo nas Mulheres e até à morte, outros homossexuais, ou pedófilos, outras adúlteras, todos, afinal, uns mitos, culminando com afirmações como estas: a Guarda Municipal é que foi a culpada de não se conhecer a verdade sobre o miserável Regicídio por ter morto os assassinos! É fácil ver, o estoriador ficou com raiva por não terem conseguido matar a Rainha e Dom Manuel. E o Povo? Indiferente, pois.

Como afirmava há dias em entrevista na TV um “jurista”, “ninguém gosta da Monarquia em Portugal” mas da “ética republicana” (…) Cego (!) que não conhece uma constituição semi-democrática que proíbe o referendo de regime. Em contrapartida, o Capelão “Revolucionário” das F.A. dá o dito por não dito e afinal o seu “grande amigo e irmão” (!) – Deus me livre” – D. Carlos de Azevedo não fazia assédio sexual” (mas eu ouvi as duas entrevistas do candidato a “ Presidente Capelão “.

A DESCER-REPÚDIO: não ouvi o Sr. MNE repudiar o conselho do Governo Brasileiro aos candidatos para não virem para as Universidades Portuguesas, todas elas piores do que as brasileiras… Certamente estará preocupado com a morte de Hugo Chavez (que Deus o não deixe cair) e com as pompas do Funeral.

 

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