Estudo define limites para o som no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha

Mosteiro da Raínha Santa

A diretora Regional de Cultura do Centro (DRCC), Celeste Amaro, anunciou ontemque já está concluído o estudo sobre o impacto do som no interior e no exterior do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra.

O estudo, que define os limites do volume de som e de outros fenómenos que possam ter impacto no monumento, é um instrumento importante para se estabelecerem os parâmetros dos eventos a realizar ali, adiantou aquela responsável.

Celeste Amaro recordou que o Mosteiro foi considerado, em 27 de fevereiro, o melhor espaço de eventos do país, da Portugal Trade Awards, atribuído pela Publituris, na Bolsa de Turismo de Lisboa 2013.

O impacto do som dos concertos da Queima das Fitas, na Praça da Canção, próxima do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, também vai ser analisado, revelou aquela responsável, à margem de uma vista de deputados do PSD ao monumento.

6 Comments

  1. Carlitos says:

    Não é o som que dá cabo do Mosteiro mas sim as vibrações provocadas pela passagem de Camions e pelas escavações das obras junto ao Mosteiro,Há mesmo ignorancia nas pessoas que pensam o contrário e o que mais irrita é que não há tecnicos a contrariar

  2. professor says:

    CamiOES nao camions, quem escreve assim como pode ter voto na materia?

  3. Como professor tambem dás muitos erros na matéria , e que tal colocares assentos nas palabras, coitados dos teus alunos

  4. ricardo santos says:

    Palavras leva-as o vento.

    E que tal, colocar acrílico forte insonorizador a toda a volta do Parque da Canção?
    Visualmente não perturba nada; protege-se o Mosteiro e o resto da vizinhança do ruído.

  5. E que tal tocarem sem som

  6. Os futuros Doutores e Engenheiros que vão fazer as festas da queima ,já deviam ter na imprensa um estudo a comprovar que não é o som da musica a deitar as pedras do covento abaixo ,mas sim as obras desse mamarraxo aí ao lado que nunca mais têm fim

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