Sobrevivência do SNS obriga a mudança de paradigma e comparticipação do doente

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01 EXPRESSO CJM“Preservar o modelo de excelência” do Serviço Nacional de Saúde (SNS), desde que “seja combatido o desperdício”, como defende o bastonário da Ordem dos Médicos, ou “mudar de paradigma” porque “não há dinheiro e é preciso dizer isso 24 horas por dia para as pessoas perceberem”, como responde o diretor do Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos CHUC: foi este o dilema sempre presente no debate sobre saúde e segurança social promovido ontem em Coimbra pelo semanário Expresso, por ocasião dos seus 40 anos.

Sob moderação de Pinto Balsemão, o painel foi constituído por Correia de Campos, ex-ministro da Saúde, Ribeiro Mendes, ex-secretário de Estado da Segurança Social, José Manuel Silva, Bastonário da Ordem dos Médicos, Manuel Antunes, diretor do Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos CHUC, e Pedro Ferreira, diretor do Centro de Estudos e Investigação em Saúde.

 

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