Diário da Sé Nova – Obras no Mercado do Calhabé “valeram” coima à junta

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Foto Carlos Jorge Monteiro

Há dois anos, apenas, o Mercado do Calhabé, aberto em 1942, estava abandonado, muito degradado e invadido por marginalidades. A junta de freguesia meteu mãos à obra e, com a colaboração da Associação Formiga Rabina, já conseguiu recuperar o espírito do mercado e, ainda, transformar o espaço em mais um polo de atração aos fins de semana.

O trabalho da junta incidiu em dois planos: o da higiene e segurança e o da intervenção na cobertura. Assim, houve que substituir os portões, que tinham desaparecido, e promover uma operação generalizada de limpeza. Em paralelo, foram criadas casas-de-banho, porque, nas palavras do presidente da junta, para atrair pessoas é preciso ter condições “como deve ser”.

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3 Comments

  1. Quando isto acontece em Coimbra ,não é preciso dizer mais nada ,senão pedir a demissão do Presidente da Camara e da Vereadora Maria Castelo Branco

  2. Onde está a oposição a este Presidente de Camara que não deixa embelezar e Crescer a Cidade de Coimbra ,qualquer dia é uma Cidade Fantasma.
    O Mercado estava sempre condenado ,ou pagava contra ordenação por ter feito obras ,ou pagava por falta de segurança.
    A Cidade só cresce com o fecho do juridico da Camara e PMunicipal

  3. Não há Oposição em Coimbra para ,para mostrar a má governação desta Camara ?

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