No Baixo Mondego produz-se milho geneticamente modificado respeitando as regras europeias

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milho transgenico DR

No Baixo Mondego existem cerca de quatro centenas de produtores registados nas zonas de produção de milho transgénico, que correspondem a cerca de três mil hectares.

Destes, 588 hectares estão a ser utilizados para o cultivo deste tipo de produto geneticamente modificado.

Os produtores com terrenos nas zonas de produção têm que declarar o milho como sendo transgénico, mesmo que decidam produzir milho convencional, para cumprir as apertadas normas de coexistência.

Este requisito tem por finalidade proteger as parcelas de cultivo tradicional da eventual contaminação por polinização.

Nos últimos três anos, em Portugal o cultivo de milho transgénico tem vindo a aumentar, mas nas regiões Centro e Norte verifica-se uma tendência inversa.

O retrocesso deve-se ao facto do produto modificado ser mais viável nas zonas latifundiárias, que existem, sobretudo, no Alentejo e no Ribatejo, contrastando com os minifúndios das primeiras regiões.

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3 Comments

  1. envenenam os solos do baixo mondego… daqui a dez anos choram de fome e com doenças…. é esta a terra que deixam para os vossos filhos? pensam em lucros fáceis, dinheiro fútil que só mantém as grandes corporações e nada faz aos pequenos agricultores!!! Acordem antes que seja tarde! As sementes são a nossa riqueza para sermos independentes e a biodiversidade é o único sistema para uma agricultura saudável e consciente! saudável para a terra continuar a ser produtiva e todo o ecossistema funcionar! Não vão atrás das tretas da Monsanto! Agricultores pesquisem sobre o tema antes que seja tarde demais.


    • Isso é que são mitos, Maria, não há nada de errado com os transgénicos, o que há é muita desinformação, mentiras e fraudes.

      • Ilustre, se não há nada de errado com transgénicos porque é que os estudos são controlados por entidades fraudulentas e corruptas (EFSA/FDA). Porque é que se joga na obscuridade a introdução destes alimentos na cadeia alimentar sem um debate sério e frontal. Porque é que as leis das sementes europeias estão intimamente ligados a este assunto? Se nada fazem que libertem judicialmente as sementes trangénicas para se fazerem reais testes independentes. Já agora a FDA para além de ter connecções com a casa branca e a monsato, visto que se troca de lugar como quem respira, porque é que se aceitam os testes do produtos sem contra fiscalização? Meu amigo, a geopolítica deste assunto é por demais profunda e se alguma ciência aponta para a normalidade dos transgénicos muita e independente mais mostra sobre os seus malefícios. Se nada há de errado com os transgénicos que se rotule e deixe a escolha com os cidadãos. Prefiro não comer e estar errado do que o oposto e contaminar a minha saúde, comunidade, natureza e animais. Sincero cumprimento

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