Justiça retira capela de Tromelgo à igreja

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09  CAPELA TROMELGO JAO Tribunal da Figueira da Foz sentenciou que a capela de Tromelgo é propriedade privada e foi devolvida aos seus proprietários. Por sua vez, o pároco de Ferreira-a-Nova, Carlos Conceição, acatou a decisão e anunciou, na missa do passado domingo, que ficam anuladas todas as celebrações religiosas no local de culto.

Este processo deu entrada no Tribunal da Figueira da Foz há vários anos, por iniciativa de um residente, que reclamava a propriedade da capela, construída em 1944 pela população num terreno doado pelo pai. Entretanto, em 2011, dois funcionários do Tribunal da Figueira da Foz, fazendo-se acompanhar por militares da GNR e elementos da Paróquia de Ferreira-a-Nova, mudaram a fechadura da capela de Tromelgo.

 

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4 Comments

  1. o ditado diz que nao se deve fazer filhos em mulheres alheias

  2. Zé Gandarêz says:

    Onde é que está o poder do todo-poderoso Sr. Alberto Carlos da Conceição?

    E que tal o referido meter o respectivo entre as pernas e fazer-se ao caminho até à terra dele?

    Consta-se off record que já haverá muita gente a rezar-lhe pela barba…

    Faltar-lhe-á talvez ainda uma recordação Gandareza como a que alguns populares das Cochadas (freguesia da Tocha) deram há uns anos num senhor com a mesma categoria profissional do Sr. Alberto Carlos da Conceição por ocasião do enterro de um filho da terra e que lhe serviu de lição…

  3. Zé do Campo says:

    Inspirados no Miguel Gonçalves, o jovem embaixador do “bate punho”, certos ter-se-ão farto de “bater punho” e pelos vistos, foi um esforço inglório.

  4. Zé da Gândara says:

    Em 2012 / 2013, o Sr. Alberto Carlos da Conceição era uma figura que se impunha em força na comunidade onde pregava para a audiência que ainda lhe dava crédito…Passados dois anos, chegou o fim da pujança para esse senhor (facto do qual não me vanglorio porque não sou descompensado como algumas figurinhas que do referido senhor se acercavam)…
    Tanta coisa, para quê? Semear ventos e colher tempestades, para quê?

    Será que fosse despiciente considerar que é preferível sair na mó de cima e ser lembrado como alguém que soube sair no momento certo a arrastar-se até ao fim para sair de uma forma inglória?

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