Conselho de Educação da Lousã contra agregação de 22 escolas do município

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Camara Lousa

O Conselho Municipal de Educação da Lousã (CMEL) manifestou-se hoje contra a agregação das 22 escolas do concelho, afirmando que uma eventual reorganização da rede escolar “só faz sentido” com a nova escola básica integrada em funcionamento.

Num documento hoje divulgado, o CMEL afirma que o novo edifício, ainda em construção, “obrigará a uma reorganização da rede escolar e promoverá a mobilidade dos alunos” e expressa a sua “total discordância” com a decisão.

O órgão de coordenação local da política educativa, a que preside o líder da Câmara da Lousã, Luís Antunes, recorda que “os pareceres desfavoráveis” à agregação “não foram tidos em consideração aquando da decisão” do Ministério da Educação e Ciência.

Esses pareceres foram emitidos pela câmara municipal, pelo Agrupamento de Escolas da Lousã, pela Escola Secundária da Lousã (ESL), pelo conselho geral daquele agrupamento e pelo conselho geral da ESL, auscultados pela diretora regional de Educação do Centro, Cristina Oliveira, numa reunião realizada em novembro.

Nesta posição pública, o CMEL reage “à notificação dos serviços do Ministério da Educação e Ciência”, com data de 17 de janeiro de 2013, em que é comunicada a decisão de agregação das escolas do concelho.

“A gestão de mais de 2.500 alunos e de educadores, professores e assistentes operacionais num só órgão de administração e gestão é contrária a uma política de proximidade e adivinha-se uma ameaça à eficácia e eficiência dos atuais órgãos”, refere.

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