Cimpor prepara fecho da fábrica em Buarcos

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10 CAL CIMPOR JA

A Cimpor deverá encerrar em breve a unidade do Cabo Mondego, em Buarcos, apurou o DIÁRIO AS BEIRAS. De acordo com uma fonte da empresa, o diretor da fábrica de cal hidráulica comunicou essa intenção às chefias e aos trabalhadores. Simultaneamente, a comissão de trabalhadores encontrava-se reunida com a administração, na sede do grupo Cimpor, em Lisboa.

Segundo a nossa fonte, a crise na construção civil está na origem do provável encerramento da fábrica do concelho da Figueira da Foz, que fez descer abruptamente a produção. Laboram na unidade cerca de três dezenas de trabalhadores, cuja média de idade ronda os 55 anos. A rescisão do contrato deverá contemplar a reforma antecipada e uma indemnização.

 

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6 Comments

  1. JL Diretor Cimpor says:

    É a ordem natural das coisas a Cimpor empresa brasileira liderada pela Camargo Côrrea, não vende cimento, logo a fábrica fecha. Se o Diário " As Beiras" não vender jornais, e não tiver publicidade o que é que acontece? Os trabalhadores são despedidos e o diário " As Beiras" fecha. Os Portugueses vivem em Portugal um pequeno Pais pobre e com poucos amigos no Mundo, se os politicos de Portugal aqui há uns anos afirmaram o contrário enganaram-se. Em Portugal as pessoas vão parar de sonhar, ou a vida vai virar um pesadelo.

  2. No caso presente, a tristeza do encerramento é, rapidamente, ultrapassada pela grande satisfação em se estancar a distruição da zona mais bela da Figueira da Foz. Já há mais de 20 anos que deveria ter encerrado. Agora é promover o refazer, o reciclar, o embelezar deste espaço assustadoramente agressivo, demolidor. Há que devolver alma, beleza, enquadramento ao mar circundante, a um Cabo delicerado. Agora, sem desculpas do poder local,sobretudo camarário,urge, com atraso de décadas, a ligação, com dignidade e segurança, à zona magnífica, de intensa beleza, sem dúvida a mais bela da Figueira, onde se inserem as povoações da Murtinheira e Praia de Quiaios, visionando-se, assim, uma Figueira de uma variante turística mais diversificada e polivalente. Assumam-se, pois, os comprometidos com o poder!

    • Quero ver se essa vertente turistica vai dar emprego ás pessoas que foram despedidas e têm uma familia para alimentar.

      • que se saiba a maior parte dos empregados tem mais de 55 anos e são poucos. Os restantes, muito poucos serão integrados em Souselas. Agora destruir uma serra em prol da garantia de de 5 ou 6 empregos, não se justifica. Aliás a exploração desde há dois anos tem sido quase nula e vários empregados foram transferidos para souselas.

        • Fiquei sem ele. says:

          Quando a fábrica sustentava familias, os pararasitas estavam lá todas as semanas a reclamarem que nós andava-mos a destruir a natureza e os dinossauros… agora que fechou, já não aparecem para verem as pegadas dos dinossaur; alegando que os dinossauros ainda podem voltar. a fabrica fechou eles respiram de alivio. porque não vão lá agora? podia ser que encontrassem as patas dos dinossauros para fazerem uma feijoada. palhaços!!!…estes é que são os verdadeiros terroristas

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