Quatro anos e nove meses de prisão para homem que roubou e tentou violar mulher em Ílhavo

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O tribunal de Ílhavo condenou hoje a quatro anos e nove meses de prisão efetiva um homem de 42 anos acusado de roubar e tentar violar uma mulher sob a ameaça de uma navalha, numa rua daquele concelho.

O arguido, que se encontra detido a cumprir uma pena de prisão por crimes de roubo, estava acusado de um crime de violação na forma tentada, um crime de roubo, um crime de burla informática e um crime de detenção de arma proibida.

O tribunal deu como provado todos os factos que constam da acusação, incluindo a tentativa de violação, o único crime que o arguido não confessou.

“O tribunal não teve dúvidas de que as coisas se passaram como está na acusação”, disse o juiz-presidente do coletivo que julgou o caso, acrescentando que o depoimento da queixosa “mostrou-se credível”.

Segundo a acusação, os factos remontam à madrugada do dia 28 de julho de 2011, quando o arguido abordou a vítima, nas traseiras do antigo hospital de Ílhavo, encostando-lhe uma navalha ao pescoço e exigindo que esta lhe desse a carteira, de onde retirou os cartões multibanco e 75 euros em dinheiro.

De seguida, obrigou a mulher a deitar-se no chão e sentou-se em cima dela, com o intuito de manter relações sexuais, só que, entretanto, tocou o telemóvel da vítima, que aproveitou a distração do agressor para fugir.

O arguido acabou por abandonar o local com a carteira, o dinheiro e os cartões multibanco, com os quais efetuou três levantamentos no valor total de 400 euros.

O detido foi condenado a uma pena de prisão de três anos e seis meses, pelo crime de violação na forma tentada, dois anos de prisão, pelo crime de roubo, e um ano e seis meses, pelo crime de burla informática, o que resultou numa pena única de quatro anos e nove meses de prisão efetiva, em cúmulo jurídico.

Quanto ao crime de detenção de arma proibida, o arguido foi absolvido.

No final da leitura do acórdão, o juiz-presidente explicou que o tribunal optou por não suspender a pena, porque as anteriores condenações do arguido com penas suspensas “não tiveram qualquer efeito”.

One Comment

  1. ao ler isto fico parva este 4 anos e pouco. nos temos uma justiça de merda e eu q o diga falo por experiencia..
    Passei por isto mas com minha filha e o gajo continua cá fora..
    deve ser para fazer o mesmo q fez a minha filha..lu

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