Opinião – Capitular? Não! Rebeldia? Sim!

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Norberto CanhaNorberto Canha

Indústria de energia electromagnética, produção e consumo.

Energia electromagnética do vento (eólica), do sol (fotovoltaica), da água (hídrica ou hidroeléctrica), dos mares (marítima), nuclear? Cautela.

Isto para mover, ou seja, aplicações, transportes marítimos, transportes aéreos, transportes terrestres, máquinas agrícolas, tecnologia de aparelhagem que dá conforto à casa e à vida.

Já estou a ver aviões e balões de todas as formas e feitios, elevarem-se impulsionados pelo vento, energia eléctrica, transportando carga e passageiros, estes tão confortáveis ou mais que os aviões e comboios actuais lhes proporcionam; transportando passageiros, cargas e animais!

Deslocando-se mais rapidamente que os barcos actuais e tanto ou mais que os comboios de alta velocidade.

Já vejo todos os comboios a circular movidos cada vez mais por energia electromagnética, circulando à superfície ou à profundidade, transponde mares, ligando continentes.

Já vejo casas produzindo energia para próprio consumo, não só energia electromagnética, como também energia alimentar.

Já vejo emprego para todos, reduzindo os que têm cursos, que não têm saída e vivem à custa do trabalho alheio, porque a sociedade está cada vez mais perversa – esses jovens, ou de todas as idades vivem e movimentam-se ao lado, à margem, mas à custa e proveito dessa perversidade.

Eu já vejo, aqui produzido: biclicletas, motos, automóveis… autocarros, deslocando-se a velocidade – dentro dos parâmetros legais – movidos a energia electromagnética.

Eu quero ver todos empregados, sem excluir os sociais, fazendo tudo, dentro da dignidade, sem subserviência, para tirar o país do caos e da crise.

Isso é possível! Isso tem que ser possível!

Que ninguém queira viver à custa do trabalho dos outros e de subsídios que já não há meios para pagar, e, esgotam-se os últimos recursos vendendo património soberano.

Terão que emagracer os serviços. Gente a mais, produção a menos.

A empregabilidade do futuro, futuro esse que deve começar desde já, encontrar-se-á na produção da energia electromagnética e sua utilização, e energia alimentar. Emagrecidos os serviços, se não tiver lugar nessa ocupação, só lhes resta a construção civil. Na fase em que há construções a mais, não construindo novas habitações, mas recuperando fábricas em ruínas, património e habitações antes que se desmoronem para que as aldeias, vilas e cidades, tenham a beleza, utilidade e conforto desejado.

Fábricas destinadas a produção da energia electomagnética; máquinas para a transformação da energia alimentar. Harmonizando-se, a preço justo, a produção, transformação e consumo.

Laboratórios ou institutos de ponta para ensaios e investigação; fábricas para dar vida a essa investigação. Este será o sector terciário, do futuro e não o citadino, que só consome e nada produz. O sector secundário das fábricas será preenchido pelos que hoje ocupam o sector terciário.

Aos menos aptos só lhes resta a construção civil e a agricultura – sector primário, o que tudo produz, não se queixem e é tão mal apreciado.

Cada um tem que produzir o que consome – a energia electromagnética e alimentar – de contrário não é um país livre e estará sempre dependente de quem nos ajuda, mas que nos escraviza.

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