Opinião – Capitular? Não! Rebeldia? Sim!

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Norberto Canha

Norberto Canha

Cidadania.

O doutor Jaime Ramos teve a iniciativa de iniciar um movimento local, espero que se generalize, em que todos tenham lugar: cidadãos comuns, políticos e e não políticos, desde que na posição de cidadania não metam ou estejam subservientes à política ou ao partido político a que pertencem.

As minhas felicitações extensivas a todos os que o acompanham.

Este movimento já deveria ter surgido antes do 25 de Abril, mais que nunca, dever-se-ia ter implantado, e, vigorosamente implantado, após o 26 de Abril. Se assim fora, não nos encontraríamos na situação em que nos encontramos. Teríamos como servidores do Estado, os mais aptos, competentes e justos, trabalhadores, impolutos e leais, e não a sopa de pedra em que nos encontramos, em que todos se misturam na mesma panela, mas em que o ingrediente que dá o gosto é a carne de porco… porco esse que alimenta de tudo.

Recomendaria para esse movimento, e permitam-me a minha ousadia:

– Que se elaborasse um código ou constituição do movimento – dado que se pretende ter a abrangência de tudo e todos. Penso que os princípios especulativos e objetivos do nosso livro NovaOrdem Mundial poderão facilitar essa tarefa e abrangência.

– Que se crie um logótipo que sugiro tenha a forma do globo terrestre e a terra vista de satélite. No pólo Norte figuraria uma criança e no sul, um cão de raça nacional, por exemplo, um cão de água. A criança simbolizando a inocência e o cão, a fidelidade. No lado esquerdo do hemisfério (circularmente), os ditos: mundo novo, cidadania nova) e no direito, cidadania do futuro, homem do futuro. No centro (transversalmente) liberdade = equidade; direito sobre os deveres = 1 = equidade.

Mas esse novo cidadão – cidadão do futuro, mundo do futuro – , terá que ter a inocência da criança, a agilidade duma onça, a resistência de um camelo, a força e memória dum elefante e a fidelidade de um cão.

Lutemos sempre. Nunca nos demos por vencidos. A equidade é o nosso estandarte, a nossa bandeira. A minha Pátria é o mundo porque nasci português.

Só me sinto feliz, quando vejo felicidade em todos os outros!

Eu quero abraçar o mundo, que seja um abraço de felicidade. Que a equidade impere em todos os corações. E em todos os homens !

Fim à ignomia que é este mundo actual em que se arrasa uma savana para encontrar um diamante e se destrói uma floresta à procura de uma pepita de ouro.

Há aflições e fomes desnecessárias. Há tanto e injustificado sofimento. Inicie-se a construção do mundo do futuro. Tudo depende de nós. Acreditar sempre! Vamos vencer.

Vencer a inquidade e a fome para dar lugar à felicidade e paz.

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