Opinião – Capitular? Não! Rebeldia na Indústria

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Norberto Canha

Norberto Canha

Indústria de produção e consumo de Energia Electromagnética (EM).

Farto-me de repetir que há apenas três formas de energia estruturais, indispensáveis à vida e à evolução; a alimentar, a electromagnética, a das ideias e pensamentos.

Neste momento de crise, em que nos encontramos, a prioritária é a das ideias e pensamentos, pois só Ela nos dará a receita para se ultrapassar a situação ultrajante em que nos encontramos.

Com o aumento progressivo do custo do combustível fóssil e seu esgotamento, temos inevitavelmente de nos virar para a EM, que vai absorver muita mão-de-obra e cuja aplicação e modalidade de aplicação é uma meta inesgotável, é uma finalidade que nunca se atinge… é um universo de interrogações e de possibilidades.

Há duas metas ou objectivos estruturais a alcançar: – produção de energia electromagnética- aplicações da energia electromagnética.

Produção da Energia Electromagnética.

A universidade e congéneres investigando afincadamente sistemas cada vez mais económicos e rentáveis de produção desta energia a partir das ondas do mar, do vento, do sol e das águas da chuva e dos rios.

É que num futuro próximo, todos os veículos como comboios, automóveis, navios…, terão de se movimentar à custa deste tipo de energia. Um cidadão que queira ser livre, por isso não dependente, tem que produzir na sua habitação toda a energia indispensável ao seu consumo em que se incluem o automóvel… o microondas… a máquina de lavar roupa.

Aplicação de energia electromagnética

É uma imensidão, as possibilidades de aplicação desta energia; o cerne da questão é havê-la, é produzi-la… automóveis… máquinas agrícolas… máquinas domésticas.

O cerne da questão é como poupá-la, acrescentá-la, reproduzi-la.

Engrene-se nas aplicações e rentabilidades destas máquinas!.

Construam-se fábricas… arranjam-se empregos. Coloquemo-nos no pelotão da frente… para que não nos possam dar coices apenas pontapés no traseiro que faria com que acelerassemos mais a marcha.

E o dinheiro? O cerne maior da questão.

1.ª fonte: a Comunidade dos Povos da Língua Portuguesa, sem juros; o juro é a qualidade e reprodutibilidade do investimento.

Esses países ficaram com 49 por cento da empresa e ficaram como mais-valia os conhecimentos que a indústria a que teriam acesso e nas mesmas condições.

2.ª fonte – os nossos imigrantes teriam sempre um lugar para se abrigar… um lugar para viver… um lugar para repousar…

3.ª fonte – A União Europeia, de que fazemos parte. Não à inércia. Vamos lutar! Vamos vencer!

Assim se queira, dependemos só de nós e da nossa vontade.

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