Governo reprogramou QREN e desafia capital de risco

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“Há muito dinheiro público disponível, mas uma fraca taxa de execução”, disse em Coimbra o secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, referindo-se aos programas de financiamento para a criação de empresas.

Carlos Oliveira liderou uma delegação de responsáveis de organismos do Estado que esteve no encontro de Divulgação do Programa Estratégico +e+i, que decorreu na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (UC).
Um ano após a aprovação em conselho de ministros, o objetivo do programa é “alargar a base de empresas empreendedoras e exportadoras”, referiu o governante, acrescentando que o sucesso dos projetos não será medido em despesa realizada, como aconteceu em vários casos nos últimos anos, mas antes “pela criação efetiva de riqueza, de algo tangível”.
Só com mais e melhores empresas, Portugal alcançará o segundo grupo dos países mais competitivos na Europa, tarefa difícil porque os outros países também estão a fazer o seu trabalho de casa. Por isso, Portugal ainda só ocupa o 16.º lugar.

 

(Ler na íntegra na edição impressa)

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