Diário de Ceira – “Estamos a leste das contrapartidas do IC3”

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Foto Luís Carregã

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O que faz falta à freguesia?

Falta acabar o que foi planeado. São pequenas coisas como a ligação asfaltada à igreja. Estamos a falar numa distância da ordem dos 100 metros e que resolveria um problema de acessibilidade da freguesia. Depois, e na zona da Cellium, resolver a questão da zona pública. Uma zona onde a câmara tem prevista uma ação de embelezamento, mas que não pode avançar porque o município não está a conseguir desbloquear a intervenção para aí instalar um parque infantil e geriátrico. Ainda não perdi a esperança de concretizar este objetivo.

A construção do IC3 vai permitir o arranjo de algumas vias na freguesia?

Esta autoestrada não é uma obra grata para o executivo de Ceira. É bom especificar que nós não estamos contra o IC3, mas contra a forma de passagem da via pelo lugar. Como sabe, inicialmente, havia um projeto que previa a construção de túneis, mas que foi alterado por um viaduto para minimizar os custos da obra. É um viaduto bastante grande e que vai estragar um pouco a paisagem da freguesia. Ele já está em construção e ate já há quem lhe chame as Torres Gémeas. Mas, ao contrário de Nova Iorque, não são duas, mas quatro torres.

E em relação às contrapartidas?

O executivo da junta está totalmente a leste das contrapartidas que foram acertadas para a construção dos viadutos.

Mas a questão foi discutida em reunião de câmara. Não teve conhecimento dessas conversas?

Oficialmente, não tive conhecimento do que foi acertado com o consórcio que está a construir a autoestrada. Sei que há uma contrapartida já em marcha – a ponte do Cabouco. Quanto ao resto, e do que se fala, haverá pavimentações de algumas artérias da freguesia. Neste caso, mantive-me afastado de todas as negociações.

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