Abuso de poder na Águas de Coimbra acaba em absolvição

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Foto Luís Carregã

Foto Luís Carregã

Dois antigos presidentes da empresa municipal Águas de Coimbra (AC), Paulo Canha e Jorge Temido, e quatro ex-administradores, Nuno Curica, Joaquim Sousa, Carlos Rodrigues e Rui Cardantas, foram ontem absolvidos dos crimes de abuso de poder.

Ao mesmo tempo, os seis arguidos foram também absolvidos do pagamento de um pedido de indemnização cível, pedido por dois quadros empresa – Dias Pacheco e João Santos Seco – por perdas de remunerações ao longo dos anos e que, somados, rondavam os 155 mil euros.

No entender da presidente do coletivo de juízes, Alexandra Silva, os factos inscritos na acusação não teriam a gravidade que o Ministério Público pretendia.

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9 Comments

  1. Henrique Costa says:

    Usando uma expressão tão na moda, a justiça é excelente a "empurrar os problemas com a barriga!" Oh Alexandra Silva, até parece que o tráfico de influências nas adminstrações locais e empresas a fim não é um colossal problema em Portugal!!! Que o MP não tenha feito o seu melhor para documentar a acusação, até acredito, é comum neste, agora estes abusos não ser ém graves….. enfim mais uma prova de que a justiça em Portugal é parte do problema e nunca da solução!

  2. Zé Quinteiro says:

    Esta é a justiça deste POBRE PORTUGAL, PAÍS DE MALFEITORES E NA MÃO DO CRIME ORGANIZADO.

    É esta a pura fantochada a que (ainda) chamamos Justiça.

  3. Aos anteriores comentadores:
    porque julgam sem conhecerem os fatos? Por acaso estiveram por dentro do processo, conhecem as pessoas envolvidas? Ou limitam-se a comentar, pelo gozo de falar mal de quem não conhecem? O MP fez o seu trabalho, pura e simplesmente não conseguiu documentar a acusação, porque não foi cometido qualquer crime. Nunca houve qualquer crime, havia interesses particulares, ganância e cobardia por parte dos acusadores. Isso sim, havia muito.
    Fez-se justiça, essa é a verdade! E mais não poderia ter sido feito!

    • Zé Quinteiro says:

      Vai dar banho ao cão Maria otária….

    • Henrique Costa says:

      Oh Srª Maria, vulgo anónima, por amor de Deus, tenha um pingo de vergonha, TODA a gente em Coimbra sabe o que lá se passou! Mas o grave nem é não se ter feito prova, a isso já estou mais que habituado! O grave é a juiza ter dito,vi num outro jornal, que eram acusaçõeszitas sem importância, tricas!!! Como é que uma juiza que pensa assim pode estar a julgar algo tão abstracto como o abuso de poder na administração pública???? Com esta justiça nunca mas mesmo nunca lá iremos. E digo-lhe mais, correndo grandes riscos pessoais, com a cada vez maior dominação da justiça por mulheres pior será!!! Têm muitas qualidades agora capacidade de anteverem as consequências no colectivo das suas acções individuais, zero!

  4. Ao anterior comentário, aplica-se a si o mesmo argumento que indicou aos primeiro dois, sabia? Daí que… como sabe você que se "fez" justiça?… Só porque assim lhe "parece", ou por conhecer os envolvidos? A não ser que tenha tido acesso aos volumes do processo, é apenas mais uma voz a querer fazer "colar" uma mensagem sem conhecimento efectivo do caso…

  5. Ao Matos:
    não fale do que não sabe. Só lhe fica bem.

    • Zé Quinteiro says:

      Maria mamífera; vc é tão "inocente" como os que foram julgados…

      Quem lhe disse a si, sua tonta, que "não conhecem" os factos?
      Portugal é um coio de corruptos.
      E entre eles abundam alguns idiotas úteis do seu género.

  6. Mas fica-lhe bem a si falar do que (pensa) que sabe?

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