Miguel Figueira: “vale a pena fazer arquitetura no interesse da comunidade”

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Miguel-Figueira-Surf-&-CidadeO arquiteto Miguel Figueira, vencedor do Prémio da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), disse ontem que vale a pena fazer arquitetura no interesse da comunidade, aludindo às funções que desempenha na autarquia de Montemor-o-Velho.

“Este prémio mostra que vale a pena pensar a cidade e fazer arquitetura no interesse da comunidade. Desenhar com todos e para todos”, disse à agência Lusa Miguel Figueira.

Miguel Figueira e o artista plástico João Queiroz foram distinguidos este ano com os Prémios AICA, instituídos há 30 anos para distinguir anualmente criadores das áreas das artes plásticas e da arquitetura e que possuem um valor pecuniário global de 20 mil euros, partilhados em partes iguais pelos galardoados.

Manifestando-se “surpreendido” pela atribuição do prémio, o arquiteto, 43 anos, a trabalhar há 15 na Câmara de Montemor-o-Velho, disse ser esse um aspeto “distintivo” numa galeria de premiados que inclui nomes como Siza Vieira, Souto Moura, Fernando Távora ou Miguel Graça Dias, entre outros.

“Penso que trabalhar numa câmara municipal acaba por ser um elemento diferenciador [na atribuição do prémio]. E também distingue a excelência do trabalho que se faz na administração pública”, frisou Miguel Figueira, responsável pela reabilitação e recuperação do centro histórico de Montemor-o-Velho ou a conceção do Centro de Alto Rendimento local (CAR), entre outros projetos.

 

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