Álvaro Maia Seco deixa Câmara de Coimbra sob elogios unânimes

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O vereador socialista Álvaro Maia Seco anunciou esta segunda-feira que vai deixar o executivo municipal. O docente universitário referiu que, “numa altura em que se está a iniciar uma nova fase autárquica, é a altura certa para uma equipa de vereação renovada assumir em plenitude o protagonismo de representação do PS”.

Após três anos e meio de trabalho, Álvaro Maia Seco disse que foram tempos estimulantes e onde “reforcei muitas convicções, mas também aprendi bastante e evoluí o meu pensamento”. Na hora do adeus, Álvaro Maia Seco espera que até ao final do mandato “sejam ainda mais capazes de trabalhar para o bem do concelho e dos seus cidadãos”.
A decisão motivou palavras de elogio por parte de todos os vereadores do executivo. O colega de bancada, Carlos Cidade, lembrou que a decisão já estava tomada e que apenas a conseguiram adiar um ano. Apesar de compreender a sua posição, o líder concelhio socialista recordou que a sua candidatura em 2009 foi realizada “num quadro e circunstância política difícil”, mas que contribuiu para o aumento da confiança dos cidadãos de Coimbra.
Da bancada socialista, João Pedro Trovão disse que irá manter sempre em mente “a sua qualidade de intervenção”. Já António Vilhena salientou a dimensão humana como olhou para a cidade e que o seu “adeus” significa que nada fica na mesma. Quanto a Francisco Queirós, da CDU, afirmou que o vereador do PS deu um contributo enorme “à inovação deste órgão”.
Na maioria, os elogios saíram de todos os vereadores. José Belo disse que não é fácil encontrar uma pessoa que “abordou os problemas, tendo em conta a cidade e não a política”. Paulo Leitão afirmou que o executivo ficará mais pobre após a saída do autarca socialista, enquanto Maria José Azevedo Santos mostrou-se esperançada em continuar a contar “com o saber e todos os seus dotes que aqui foram exaltados”. O exercício da política “de um modo superior” foi a forma encontrada por Luís Providência para elogiar o trabalho de Álvaro Maia Seco, enquanto Maria João Castelo-Branco preferiu dizer que o executivo perdeu uma pessoa “que demonstrou ser um democrata”.
Barbosa de Melo lamentou que, a partir de agora, não possa continuar a “contar com a qualidade dos seus comentários e análises, a lucidez e forma frontal como partilhou connosco as suas ideias”. Com a saída do professor universitário, a vaga de vereador na CMC será colmatada por Rui Duarte, que desempenha as funções de deputado na Assembleia da República.

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