Sintéticos não “carecem de cobrança de IVA”

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A empresa espanhola Gabrat, que forneceu sete relvados sintéticos a clubes do concelho de Coimbra, informou em agosto de 2008 a Associação de Futebol de Coimbra (AFC) sobre a questão do pagamento do IVA.

No ofício, a que o DIÁRIO AS BEIRAS teve acesso, o diretor-gerente da firma sediada em Vigo, Guillermo Villar Diaz, refere que “ao preço global apresentado não carece de cobrança de IVA, já que o fornecimento pela nossa empresa, a partir da sede em Espanha, não tem essa exigência”. Ou seja, e como está escrito à mão no documento, “tem IVA incluído”.

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3 Comments

  1. Mais uma vergonha à Portuguesa, acompanhei bem o processo, aliás na altura a empresa onde trabalhava perdeu o negócio precisamente pela avaliação do preço final onde o nosso valor foi comparado incluindo o IVA e essa empresa como não contemplou IVA ganhou o concurso, defraudando o Estado Português em milhares de Euros. O que é dito por essa empresa é falso, ele não só forneceu a relva, como também fez os trabalhos de construção civil, instalação de relva, etc. e aí tendo serviços tem que facturar acrescido de IVA. E sobre esse processo mais podia dizer mas ficamos por aqui…

  2. Mais esse negócio foi financiado por uma instituição financeira do Estado, não será necessário dizer qual é, que também pactuou com este esquema.
    Se os sintéticos não carecem de IVA então que sejam todos e não apenas estes esquemas que só prejudicam os contribuintes.

  3. O pricipal culpado esta no município de Coimbra mantendo as funções de vereador ! Este e um caso de policia! Todo o processo foi manipulado para entregar a obra a uma determinada pessoa de Coimbra, que por sua vez veio com esta inusitada habilidade de facturação via Espanha! Vilipendiando a lei!

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