Sindicato dos Bancários sai à rua em dia de greve geral da CGTP-IN

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Hoje é dia de greve geral contra as medidas de austeridade que têm sido impostas ao país e por novas políticas económicas e sociais. Esta é a segunda convocada pela CGTP-IN desde que Arménio Carlos assumiu a liderança da Intersindical.

Quando anunciou esta ação de luta, a 3 de outubro, a CGTP apelou à convergência do movimento sindical. No entanto, a UGT não se junta a esta greve – à semelhança do protesto de março e ao contrário do que aconteceu a 24 de novembro de 2011 e de 2010.

Apesar disso, vários sindicatos da UGT entregaram pré-avisos de greve para hoje. É o caso do Sindicato dos Bancários do Centro – liderado por Carlos Silva, que é também o candidato único a suceder a João Proença à frente da UGT. Recorde-se que, desde 1988, os sindicatos dos bancários não decretavam uma greve no setor.

 

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4 Comments

  1. Hoje vou trabalhar!

    O pais precisa de trabalho e não dos mandriões dos sindicatos, que nunca fizeram nada de produtivo na vida. Só sugam os sindicalizados e prejudicam os verdadeiros trabalhadores, que não conseguem trabalhar porque não têm transportes.

    Precisamos de novos sindicatos!

    Estes já não nos servem.

    Ainda vivem como se fosse abril de 1974…

    • Verdade, os sindicatos evoluiram muito menos do que deviam.
      Mas a greve não é de apoio aos sindicatos mas sim de contestação às medidas do governo. Os sindicatos são a ponte, melhor ou pior, entre quem trabalha e quem emprega. A esmagadora maioria das pessoas que trabalhar mas, pasme-se, também querem ser tratadas com dignidade. Querem pagar impostos mas, ó estranheza, querem serviços em troca.
      cont.

    • É por lhe desagradarem os sindicatos que não fez greve? A mim desagrada-me muito mais ver a exploração que muitos de nós sofrem no trabalho – contratos a prazo impedindo planos de vida e salários mais baixos, miseráveis mesmo, em muitas funções. É ver direitos como o da reforma – leia-se dinheiro nosso posto à guarda do Estado – desaparecer. É ter menos apoio na saúde e na educação. Coisas de somenos, portanto, comparadas com a maldade dos sindicatos.
      Não sei de onde pensa que vieram as condições de que beneficia, por enquanto, enquanto trabalhador. Julga ter havido maior mérito dos empresários ou dos sindicatos?
      cont.

    • Não sei como viviam os sindicatos em Abril de 1974, mas em Março desse ano viviam clandestinos, a lutar por Portugal. Que otários..
      Sugiro que pondere ir viver para um país onde a força sindical seja mínima. Não poderão portanto ser países do Norte da Europa ou EUA. Talvez a China ou a República de Angola, onde a vida ainda é estupenda ao não ter sido estragada pelos sindicatos.

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