“Quinze pontos na alma” e The Casino Royal abrem Caminhos do Cinema Português 2012

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A 19.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português tem hoje (sexta-feira) início em Coimbra, onde se prolonga até ao próximo dia 17, com quase 200 filmes inscritos, 67 dos quais integrados na secção competitiva.

A cerimónia de abertura do festival promovido pelo Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra tem lugar esta noite, às 22H00, no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), com a exibição do filme “Quinze pontos na alma” de Vicente Alves do Ó, com música ao vivo pela banda de Coimbra The Casino Royal, liderada pelo músico Pedro Janela, que assinou a banda sonora do filme.

Entre os filmes em exibição durante os Caminhos do Cinema Português, destaque para “Aristides de Sousa Mendes – O cônsul de Bordéus”, de João Correa e Francisco Manso; “Rafa”, de João Salaviza; “A teia de gelo”, de Nicolau Breyner; “A última vez que vi Macau”, de João Rui Guerra da Mata e João Pedro Rodrigues; “Florbela”, de Vicente Alves do Ó, e o mais recente filme de Manoel de Oliveira, “O Gebo e a Sombra”, já exibido com sucesso noutros cantos do mundo.

Esta 19.ª edição do festival integra, para além da secção competitiva, uma competição de filmes de escolas e universidades – Ensaios Visuais – um curso de produção e criação cinematográfica – Cinemalogia –, os Caminhos Juniores, atividades ao ar livre – GeoCaminhos –, concursos como “Um encanto num minuto” e “Coimbra filma-se”. Apresenta ainda uma retrospetiva de cinema português, dedicada ao erotismo, colóquios e master sessions, e um programa dedicado ao cinema mundial, com a Irlanda em destaque.

One Comment

  1. Pedro Santiago says:

    Perguntava-me por que motivo este festival ainda não saiu aqui do sítio e ganhou importância e visibilidade nacional. Mas depois vejo a falta de brio com que a cerimónia de abertura aconteceu e está tudo explicado. Apresentadores sem carisma! Ausência total de espetáculo! Brio… pouco… muito pouco! Depois anunciam que vão ter uma banda a fazer a BS do filme ao vivo e, na realidade, ninguém vê a banda porque os 6 músicos estão atrás da tela. Tenham paciência. O festival não saiu ainda da cepa torta porque quem está à frente dele não percebeu ainda que tem de se abrir mais a novas ideias e a novas pessoas. E quando é assim só se pode ter pena! Pena que uma ideia tão boa e com tanta experiência esteja tão monstruosamente mal aproveitada.

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