Primeiro dia de eleições para a direção-geral da AAC com fraca adesão

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O primeiro dos dois dias de eleições para Associação Académica de Coimbra (AAC) registou uma fraca adesão às urnas, disse à agência Lusa a presidente da Comissão Eleitoral (CE).

“As eleições estão a correr bem, houve alguns problemas pontuais mas nada de especial. A adesão é que está um bocadinho fraca”, disse Ana Jorge.

As urnas estiveram abertas ao longo do dia nos diversos núcleos de estudantes da Universidade de Coimbra (UC), onde, segundo a responsável da CE existiu “mais afluência”.

À noite, os locais de voto transferiram-se para a sede da AAC, mas a adesão foi “mais fraca”, frisou Ana Jorge.

Terça-feira o procedimento repete-se: as urnas abrem nos núcleos e transferem-se, à noite, para o edifício da AAC, encerrando à meia-noite, seguindo-se o escrutínio dos votos.

Três candidatos concorrem à presidência da Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra.

O atual presidente, Ricardo Morgado, estudante de Engenharia Biomédica, recandidata-se ao cargo pela lista L (“Liga-te mais”), Celina Vilas-Boas, aluna de Psicologia, lidera a candidatura da lista T (“Transforma a AAC”), surgida no âmbito da plataforma “Universidade contra a austeridade” e a Lista A, que tem como lema (“A alternativa és tu”) é liderada por Alma Rivera, aluna da Faculdade de Direito.

O universo eleitoral tem cerca de 23 mil votantes – o número aproximado de alunos da UC – e caso na votação de hoje e terça-feira nenhuma das listas candidatas à direção-geral e mesa da assembleia magna conquiste 50 por cento dos votos (o conselho fiscal é eleito pelo método de Hondt), haverá lugar a uma segunda volta.

Caso esta seja necessária disputar-se-á nos dias 03 e 04 de dezembro, entre as duas listas mais votadas na primeira volta.

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