Portugal afastado pela Itália nos “quartos” do Mundial de futsal

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Portugalcaiu” hoje (14) nos quartos de final do Mundial de futsal, a decorrer em Banguecoque, na Tailândia, ao perder com a Itália, por 4-3, depois de ter estado a vencer por 3-0, com um “hat-trick” de Ricardinho.

A seleção italiana garantiu a passagem às meias-finais já no prolongamento, com um golo de Humberto Honório, aos 42 minutos, e confirmou o estatuto de “besta negra” dos portugueses, que em 15 partidas não conseguiram qualquer triunfo frente aos transalpinos.

Uma entrada de grande nível permitiu a Portugal chegar a uma confortável vantagem de 3-0 – com golos de Ricardinho, aos 02, 11 e 12 minutos – que o guarda-redes André Sousa defendeu até aos 22.

No regresso do intervalo, a Itália reduziu na transformação de uma grande penalidade por Saad Assis (3-1), aos 22 minutos, ao que Portugal reagiu com uma mão cheia de oportunidades de aumentar a diferença.

No minuto a seguir ao golo dos italianos, Ricardinho dispôs de duas boas oportunidades para bater o guarda-redes Stefano Mammarella, tal como Arnaldo, aos 24, num dos melhores períodos de jogo dos portugueses.

André Sousa revelou-se um gigante na baliza portuguesa, com sucessivas intervenções de grande nível, mas Portugal acabou por pagar a fatura da sua ineficácia ofensiva já nos minutos finais do encontro.

Depois de Paulinho ter falhado, isolado frente a Mammarella, a oportunidade de elevar a vantagem de Portugal, aos 33 minutos, a Itália passou a jogar com um guarda-redes avançado.

Portugal, tal como tinha acontecido com o Japão (5-5), demonstrou grandes dificuldades de se adaptar a este esquema e acabou por sofrer dois golos de rajada, por Gabriel Lima e Rodolfo Fortino, aos 38 e 40 minutos.

Galvanizada por ter alcançado o empate (3-3) a escassos 56 segundos do termo do encontro, a Itália – já com o expulso selecionador Roberto Menichelli na bancada – concretizou a reviravolta com um golo de Humberto Honório, (4-3), aos 42.

A seleção portuguesa, que já tinha ficado privada de Cardinal, expulso aos 12 minutos, viu também a cinco minutos do termo do encontro o seu selecionador, Jorge Braz, ir assistir ao resto do jogo para a bancada.

Portugal, recorrendo à estratégia de que fora vítima, com um guarda-redes avançado, ainda procurou contrariar a tendência do marcador, que não mais se alteraria até ao final, pese embora as oportunidades criadas.

Autor: Agência Lusa

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