Guardas-florestais exigem ao Governo “definição inequívoca” de que são órgão de polícia criminal

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Cerca de 100 guardas-florestais, reunidos em Coimbra, exigiram ao Governo uma “definição inequívoca” de que são um órgão de polícia criminal, apesar de funcionarem integrados no Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR.

“Foi aprovada uma proposta que será entregue ao Ministério da Administração Interna (MAI) onde exigem ser considerados um órgão de polícia criminal e integrados na lei orgânica da GNR”, disse à agência Lusa Luís Pesca, dirigente da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, promotora do encontro.

Apesar de se constituírem como um corpo policial civil – que foi integrado no SEPNA em 2006 e que continua a exercer funções de policiamento e fiscalização da legislação florestal, caça, pesca em águas interiores e investigação de causas de incêndios – discordam que a sua função se vá extinguir “de vaga em vaga, quando o último guarda-florestal se aposentar”.

Outras reivindicações incluídas na proposta dizem respeito a questões operacionais, como as armas “em fim de vida ou com problemas técnicos” que utilizam, frisou Luís Pesca.

 

(Texto: Agência Lusa)

One Comment

  1. H. Vitorino says:

    O Decreto Lei 22-A de Fev. 2006, que integrou os Guardas Florestais no SEPNA da GNR, até á data não foi cumprido.
    O que realmente interessa aos GFs é; todos que se encontram ao serviço é serem itegrados como militares e serem dotados dos mesmos deveres e direitos dos seus camaradas de de trabalho que são Equipas SEPNA, já que todos executam a mesma função, trabalham em conjunto, na caça, nos fogos, no ambiente, Etc. Etc.

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