Eleições para os corpos gerentes da Associação Académica de Coimbra

Alma Rivera tem 21 anos, é estudante do 2.º ano de Direito e militante da JCP. Natural dos Açores (Ilha de S.Miguel), Alma Rivera concorre pela Lista A – “A Alternativa és Tu!”.

Celina Vilas-Boas tem 20 anos, é estudante do 3.º ano de Psicologia e apartidária. A candidata é natural de Barcelos e concorre pela Lista T – “Transforma a AAC”.

Ricardo Morgado tem 23 anos, é finalista de Engenharia Biomédica e filiado na Juventude Social Democrata. O atual presidente da Direção-Geral da AAC é natural de Gouveia e concorre pela Lista L – “Liga-te mais”.

Entrevistas publicadas na edição impressa

5 Comments

  1. Henrique Costa says:

    Adivinhem quem na fotografia é a do PCP??? Claro, a única que tem pó à tradição académica! Foi por ai que começou a minha desconfiança em relação ao pessoal de esquerda e que resultou, hoje em dia, numa oposição total e frontal aos seus ideais e por arrasto aos seus defensores!!! Socialismo é miséria e fome, dizia-se una anos antes, hoje acredito piamente que é verdade!

  2. Joel Santos says:

    Lá por ter "pó à tradição académica" não quer dizer que seja incompetente. A tradição academica é muito mais que capa e batina e praxes. Eu fui praxado tenho capa e batina e não a uso nem praxo. Acho que uma coisa nao tem haver com a outra.
    Se é de direita ou esquerda não interessa. O que interessa mesmo são ideias e propostas de jeito. Temos que nos deixar de ideologias da treta e ser a favor da eficiencia.

  3. André Santos says:

    Amigo Henrique Costa esqueça lá isso, se ainda lá andasse tinha o meu voto. Por quanto ao resto fará o mesmo que os outros.

  4. Amigo Henrique Costa, você sabe lá o que é o socialismo. A sua frase, melhor, o plágio que usa, parece saída da boca dum famoso defunto de Santa Comba Dão. Não viva de frases feitas ou chavões nem pretenda dar nas vistas por pretensos radicalismos politicamente incorretos. É o que constantemente o vejo fazer por aqui nos seus comentários. Que tal mudar de rumo e começar a pensar, a ler, a instruir-se, conhecer a história e seus actores, a filosofia e a sociologia, a ciência politica também, enfim a dar múnus e consistência intelectual às suas pretensas opiniões de chispe e bombásticas. Não basta gritar, é preciso saber DIZER, e o dizer implica como devia saber, que não sabe, ter conteúdo e ideias minimamente credíveis do ponto de vista intelectual. Se não entender o que eu venho de DIZER, peça ajuda.

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