Crise económica pode prolongar as situações de violência doméstica

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A experiência do Gabinete de Coimbra da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) indica que uma das consequências da atual crise económica poderá ser o prolongamento das situações de violência doméstica.

Natália Cardoso, responsável do Gabinete de Apoio à Vítima de Coimbra, da APAV, admite que apesar do “aumento das situações de conflitualidade” que podem ser provocadas pela realidade que rodeia a crise económica – como o desemprego ou as relações laborais precárias – o que as organizações que trabalham no terreno estão a verificar “é que as pessoas, também devido às dificuldades económicas, têm mais receio de arriscar uma rotura definitiva”.

Principalmente quando as vítimas de violência são mulheres mais dependentes, com filhos pequenos ou em situações de desemprego e sem apoio familiar.

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