Coimbra pode ser um centro internacional de excelência para as doenças hepáticas

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O 25.º Curso de Doenças Hepatobiliares, organizadas pela Unidade Funcional de Doença Hepática do Serviço de Medicina Interna dos HUC-CHUC terminou no sábado com uma conferência que presta homenagem ao “pai” dos serviço: Armando Porto. Uma conferência em que se falou – e ouviu falar – da cultura de hepatócitos. Uma inovação, que um grupo português está a desenvolver, que pode criar respostas mais eficazes para tratar uma da doenças que afeta portugueses de todas as idades e condições sociais, como alerta Armando Carvalho, coordenador da Unidade Funcional da Doença Hepática.

 

Fígado artificial no futuro?

Há desenvolvimentos nesse sentido. Mas o futuro, que também abordamos neste curso, tem que passar pelo diagnóstico precoce e tratamento em fases cada vez mais iniciais. E pela prevenção das causas, como o álcool, as hepatites, etc. A transplantação e a cirurgia hepática vão continuar a ter um grande peso.

 

Pese embora, o número de fígados disponíveis ser curto para as necessidades?

Sem dúvida, que o número de fígados para transplante é limitado. Mas, já há várias inovações, nomeadamente, a transplantação com dador vivo que, em Portugal só se faz em Coimbra. Se conseguirmos construir órgãos artificiais, o que não será para breve, é uma porta para o futuro.

 

Algumas dessas inovações já passam por Coimbra.

Sem dúvida que sim, o que já não obriga a sair do país para obter um diagnóstico e tratamento, em termos clínicos, de qualidade. Em termos de investigação, as coisa não são assim. Embora haja grupos a trabalhar bem, falta-nos dar o salto. E era esse salto que eu esperava que se desse em Coimbra com a união dos hospitais que redunda na criação do centro hospitalar universitário.

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