Ciências que se “escondem” nos castelos do Mondego vão ser divulgadas

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A Agência para o Desenvolvimento da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego e o Exploratório Ciência Viva de Coimbra assinam este sábado um protocolo para dar a conhecer as ciências que se “escondem” nos castelos abrangidos.

O presidente da agência, Luís Matias, também vice-presidente da Câmara de Penela, disse hoje à agência Lusa que o acordo de colaboração pretende divulgar junto do público mais jovem o património da rede e as ciências associadas aos castelos.

O protocolo, segundo o autarca, visa também a criação conjunta de uma publicação a integrar na coleção “Ciência & C.ª”, do Exploratório Ciência Viva, e de um pequeno núcleo dedicado ao “Castelo da Ciência”.

Um dos objetivos principais passa pela criação de um passaporte infantil (“À conquista dos Castelos do Mondego”), além da promoção da descoberta lúdica das ciências “escondidas” nos oito castelos e monumentos da rede.

“Com efeito, não são apenas as ciências sociais e humanas, como a História, a Geografia, a Antropologia e a Arqueologia que permeiam essas edificações seculares, mas também as ciências físico-naturais, como a Geologia, a Biologia, a Física e a Química e, até, as ciências exatas como a Matemática”, sublinhou Luís Matias.

A Rede de Castelos e Muralhas do Mondego Medievais da Linha Defensiva integra a cerca muralhada de Coimbra, a muralha de Buarcos, os castelos da Lousã, Montemor-o-Velho, Penela, Pombal e Soure e a torre sineira de Miranda do Corvo.

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