Citemor 2012 encerra em Montemor-o-Velho

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É com os espetáculosAgosto, melhor sentado do que de pé melhor deitado que sentado” (apresentação informal, sexta-feira, às 22H30 e 23H30, nas escadas Dr. Baptista Loureiro) e “Monstro” (parte 1: Calamidade, criação em progresso, amanhã, às 22H30, na sala B) que encerra o XXIV Festival de Montemor-o-Velho – Citemor 2012, naquela que é uma edição profundamente marcada pela falta de apoio financeiro da Direção Geral das Artes. Situação que levou a direção do mais antigo festival do país a equacionar o seu fim.

A decorrer desde 26 de julho, o Festival de Montemor-o-Velho está ainda a apresentar-se com 14 propostas, tendo concretizado uma ligação mais forte a Coimbra, apesar do corte de 75 por cento no financiamento que faz desta uma “edição de resistência”.

De facto, os cortes que afetam estruturas culturais e de produção artística um pouco em todo o país chegaram também, de forma impiedosa, aquele que é um dos mais antigos e prestigiados festivais em Portugal. O Citemor – que em mais de três décadas se afirmou como uma espécie de oásis criativo – viu nos últimos dois anos ser-lhe cortado o apoio oficial num valor aproximado de 75 por cento, realidade que, de acordo com a direção do festival, assumida por Armando Valente e Vasco Neves, “pode levar ao fim de um ciclo” que tem conseguido resistir a quase todas as adversidades.

Para já, ainda sexta-feira e sábado, há mais dois espetáculos para ver na vila do Baixo Mondego.

 

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