D. Albino Cleto faleceu esta sexta-feira, dia 15 de junho, nos hospitais da Universidade de Coimbra, informa a página da internet da diocese.
D. Albino Mamede Cleto foi Bispo de Coimbra entre março de 2001 e julho de 2011, tendo também desempenhado vários cargo na Conferência Episcopal Portuguesa, onde foi secretário e porta voz, presidente das Comissões Episcopais de Liturgia e Educação Cristã e de coordenador das Comemorações dos Cinco Séculos e Encontro de Culturas.
Atualmente fazia parte da Comissão Episcopal para a Liturgia e a Espiritualidade.
Nasceu a 3 de março de 1935 na frequesia de São Pedro em Manteigas, na diocese da Guarda, tendo frequentado o seminário do Patriarcado de Lisboa, diocese onde é ordenado presbítero a 15 de agosto de 1959.
Frequentou a Universidade Clássica de Lisboa, onde obteve, na faculdade de Letras, a licenciatura em Românicas e foi professor ocasional, na Universidade Católica de Lisboa, de Línguas e Literatura.
No exercício do seu ministério presbiteral, na diocese de Lisboa, fez parte da equipa formadora do Seminário de Almada como perfeito de estudos e Vice-Reitor; presidiu à comissão administrativa do Santuário de Cristo Rei; foi pároco da Pároquia da Estrela e membro da Comissão Diocese de Arte Sacra do Patriarcado.
A 6 de dezembro de 1982 é nomeado bispo auxiliar do Patricardo de Lisboa, com o título de Elvira, pelo Papa João Paulo II, tendo sido ordenado a 22 de janeiro de 1983, no Mosteiro dos Jerónimos.
A Santa Sé nomeou-o Bispo Coadjutor de Coimbra no dia 29 de outubro de 1997, tendo tomado posse no dia 11 de janeiro de 1998.
Por resignação do Senhor D. João Alves, assume o governo da diocese de Coimbra a 24 de março de 2001.
D. Albino Cleto foi também presidente da Comissão Episcopal dos Bens Culturais da Igreja e vogal da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
A 28 de abril de 2011, por nomeação de D. Virgílio Antunes para Coimbra, passou a ser administrador apostólico da diocese, tendo ficado bispo emérito a 10 de julho de 2011.
FONTE: Agência Ecclesia
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Faleceu um Homem Bom e Humilde. Apesar da sua enorme sabedoria e inteligência foi sempre uma pessoa muito humilde de fácil convivência com todos e de uma enorme bondade e afectividade que a todos cativava. É manifestamente uma grande perda que deixa saudades a quem teve o privilégio de conviver com o sr. D. Albino.
Paz à sua alma.
Sampaio Nora
Um Zé Ninguém
Há censura é?
Ao tomar conhecimento do falecimento do senhor D. Albino sinto-me profundamente consternado, porque é difícil ver partir o Bispo, o amigo, o conselheiro acolhedor que, para comigo, foi o senhor D. Albino, nos anos que esteve ao leme dos destinos da nossa diocese de Coimbra. Recordo-o com muita saudade e estou certo que Deus o está já a recompensar de toda a sua actividade apostólica na nossa Igreja onde, no exercício da plenitude do sacerdócio, exerceu diversas missões.
Agora, junto de Deus, peça por todos nós, que fomos seus diocesanos e que jamais o esqueceremos.
Um grande e tão humilde senhor.
Bom lembrar e relembrar a pessoa que foi
É com grande tristeza que tomei conhecimento do falecimento do Sr. D. Albino. Era um Homem bom e que gostava de estar com os seus diocesanos.Como catequista, que fui, participei em inúmeras reuniões e cerimónias presididas por este Senhor e que deixava o coração e a alma cheios do Divino Espírito Santo. Irei recordá-lo com saudade. Paz à sua Alma!
uma perda p a Igreja! Um bispo que sp esteve ao lado dos jovens!Incentivando-os a não terem medo de serem Cristãos.
D. Albino Cleto deixou-nos…. e é com grande tristeza que o vejo partir, sem nada poder fazer. Foi meu professor em Almada e sempre o admirei muito, como professor, como padre (ainda era padre nessa altura) e como Homem. Gostaria partilhar uma frase que ele me disse e eu nunca mais esqueci:
"Não deixes criar ervas no caminho que vai para a casa do teu amigo".
Peço a Deus que o receba de braços abertos, pois este Homem merece.
D. Albino Cleto deixou-nos…. e é com grande tristeza que o vejo partir, sem nada poder fazer. Foi meu professor em Almada e sempre o admirei muito, como professor, como padre (ainda era padre nessa altura) e como Homem. Gostaria partilhar uma frase que ele me disse e eu nunca mais esqueci:
Fica a saudade de alguém que teve a oportunidade de conhecer o senhor D. Albino Cleto no acompanhamento do Círculo Juvenil, na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus. Um também grande amigo, conselheiro, formador e animador dos jovens.
Paz á sua Alma.
Que dizer dum "Bom Patrão e Amigo" ?! Na sua vida mostrou-o !
Infelizmente não estive muitas vezes na sua presença, mas sempre que o ouvia deixava-me feliz e com a certeza de que era este o caminho certo: "Não ter vergonha de ser BOM, de SORRIR e de AMAR". Presto a minha homenagem a um Homem que soube ser HUMILDE. D. Albino estará sempre com todos aqueles que o conheceram. Bem-haja.
D. Albino foi um bispo exemplar no seu legado em Coimbra. Atento às vicissitudes da diocese que presidiu durante uma década, o bispo emérito deixa um trabalho que não pode ser desperdiçado pelos seus sucessores. Bem-haja!
Os Vicentinos da Diocese de Coimbra sempre tiveram no D. Albino Albino o bispo presente e amigo. Em vida, expressaram-lhe a sua alegria e o seu reconhecimento. Nesta hora, sentem um misto de dor e de alegria. Dor porque vêem partir um Amigo, mas alegria porque acreditam que continuarão a tê-lo presente, agora junto da Casa do Pai.
Conheci pessoalmente D. Albino Cleto. Um Bispo muito simpático, humilde e bom. Estive em Coimbra quando foi nomeado Bispo daquela Diocese. Quando Bispo Auxiliar de LIsboa, tive a oportunidade de estar próximo dele em várias cerimónias em Fátima do Renovamento Carismático Católico. Que descanse em Paz junto do Senhor!!!
Albino Cleto, tinha/tem um Dom, é verdade que sim, mas de fazer a ponte entre as vivências da concretude e a trascendência das coisas, entre as simplicidades e trasparências e as posturas hierarquizadas e rígidas da estrutura que integrava. Não precisou de chegar a bispo para exercer o dom, nada o Dom ou o báculo ou a mitra lhe trouxeram de acréscimo. Pequenino e humilde e de tão agigantadas e indefectíveis virtudes!