Começa hoje a XXII Expo Miranda. Quais são os pontos que destaca?
No momento em que o país vive um prolongado momento de recessão, que deixa as pessoas angustiadas, as empresas preocupadas, os autarcas tristes e os políticos sem respostas, vamos tentar, nesta feira, combater este clima depressivo. Por isso realiza-se o Festival da Alegria e do Riso que vai levar animação as todas as zonas do recinto.
Será um programa de animação de rua?
Sim. Através de grupos de alunos das nossas escolas que ensaiaram para o evento, onde se inclui o grupo de dança. Serão realizadas várias demonstrações de modalidades desportivas, especialmente a ginástica. Também foram contratados profissionais que trabalham neste tipo de animação, como cuspidores de fogo e saltimbancos.
Isto para além do cartaz de artistas em palco. Não vai encarecer a festa?
Pelo contrário. Grande parte dos participantes atuam de forma voluntária, tanto mais que são alunos, e assim aproveitam para colocar em prática aquilo que aprenderam nas disciplinas artísticas. Quanto a custos, em 2011 já tínhamos reduzido o orçamento em 30 por cento. Este ano estamos a trabalhar para atingir uma quebra de 15 por cento sobre o custo de há um ano.
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