Desemprego na Covilhã cresce menos que no país

O desemprego no concelho da Covilhã cresceu 1,9 por cento entre janeiro de 2011 e o mesmo mês deste ano, informou ontem a Câmara local, destacando que aumentou menos que a nível nacional (13,7 por cento) e nas vizinhas capitais de distrito (5,5 por cento em Castelo Branco e 7,8 por cento na Guarda).

O município acredita que tem vindo a ser gerado “mais emprego para os jovens”.

Por outro lado, a autarquia destaca o apoio gratuito prestado através do Gabinete de Apoio à Criação de Empresas (GACE), sediado no Parkurbis – Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, como forma de “amortecer” os efeitos da crise.

18,93 euros em 2010

Se cada residente tivesse que ajudar a saldar a dívida do município, os covilhanenses teriam que pagar 18,93 euros cada um, informou hoje a Câmara da Covilhã, com base nos dados do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses relativo a 2010.

Num comunicado em que analisa vários dados do anuário, a autarquia destaca o facto de ser o oitavo município do país com menor passivo líquido exigível por habitante.

O número resulta do facto de a Câmara ter sido a quinta, a nível nacional, com maior diminuição do passivo exigível em 2010, uma tendência “que se manteve em 2011, com uma diminuição de 4,4 milhões de euros”.

A autarquia acrescenta que, “em 2012, até fevereiro, verificou-se já uma diminuição de 725 mil euros”.

O município realça ainda estar entre os que “apresentam menor peso das despesas com pessoal relativamente às despesas totais” e “maior peso do valor de transferências para as freguesias”.

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